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Margareth cobra candidatos ao Senado: “Não vão se posicionar? Eu já votei, inclusive, pelo impeachment”

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A candidata ao Senado Margareth Buzetti cobrou dos adversários em Mato Grosso um posicionamento sobre as novas revelações envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e o caso Banco Master.

Margareth lembrou que, em agosto de 2025, assinou o pedido de impeachment do ministro. À época, justificou por meio das redes sociais: “Paciência tem limite. Ninguém está acima da lei, nem mesmo um ministro do Supremo Tribunal Federal”.

Agora, diante das informações reveladas pela imprensa sobre um contrato milionário entre o Banco Master e o escritório da esposa de Moraes, Margareth voltou a defender apuração rigorosa.

“Se não houve irregularidade, que isso seja demonstrado. Mas a lei precisa valer para todos. Cargo, poder ou sobrenome não podem colocar ninguém acima da lei.”

E foi além, cobrou diretamente os demais candidatos ao Senado por Mato Grosso.

“Eu já deixei clara a minha posição e assinei o pedido de impeachment quando muita gente preferiu ficar em silêncio. Agora quero saber: e os outros candidatos ao Senado de Mato Grosso? Vão se posicionar ou vão continuar em silêncio? Quem quer uma cadeira no Senado precisa ter coragem para dizer ao eleitor o que pensa sobre um assunto dessa gravidade.”

Margareth reforçou que a cobrança também parte de sua atuação no Congresso, onde trabalhou pela aprovação de leis que ampliaram penas e endureceram a responsabilização por crimes.

“É difícil trabalhar para criar leis como as que eu criei, aumentando o rigor e a punição para quem comete crimes, e depois assistir a situações como essa sem cobrar respostas. A lei não pode ser severa para uns e flexível para outros. Se queremos um país sério, ela precisa valer para todos. Sem exceção.”

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Comissão de Saúde intensifica fiscalização de hospitais e obras no primeiro semestre

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A Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) atuou, no primeiro semestre de 2026, na análise de proposições, fiscalização e acompanhamento de ações relacionadas à saúde pública no estado.

Segundo relatório do Núcleo Social, responsável pelo assessoramento técnico às comissões permanentes da área, no período foram realizadas seis reuniões ordinárias, uma audiência pública, seis visitas técnicas e seis registros de convocações, convites e solicitações de informações.

A comissão analisou mais de 170 proposições relacionadas às suas áreas de competência. As matérias passaram por apreciação técnica, com emissão de pareceres de mérito, conforme as normas regimentais.

As ações de fiscalização incluíram visitas ao Hospital Regional de Cáceres, aos hospitais municipais de Pontes e Lacerda e de Confresa e às obras do futuro Hospital Regional de Confresa, além do acompanhamento da situação dos hospitais regionais de Sorriso e Sinop. As agendas permitiram verificar presencialmente a situação de unidades e o andamento de obras de saúde em diferentes regiões de Mato Grosso.

O acompanhamento de obras hospitalares também incluiu a convocação de representantes de empresas responsáveis por empreendimentos em andamento no estado. A Construtora Augusto Velloso, responsável pelas obras dos Hospitais Regionais de Tangará da Serra e Confresa, e a Salver Construtora e Incorporadora, responsável pela construção da unidade hospitalar de Juína, foram chamadas pela comissão para prestar esclarecimentos sobre o andamento dos trabalhos, os prazos e eventuais entraves nos projetos.

Audiência pública para debater o processo de estadualização da oncologia em Mato Grosso.

Audiência pública para debater o processo de estadualização da oncologia em Mato Grosso.

Foto: Hideraldo Costa/ALMT

As convocações foram aprovadas a partir de requerimento apresentado à comissão, em meio às discussões sobre o ritmo de execução das obras de hospitais regionais. À época, foram apontadas diferenças no andamento de empreendimentos similares.

A comissão também realizou uma audiência pública para discutir o processo de estadualização da oncologia em Mato Grosso e acompanhar a execução do contrato firmado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) com o Hospital de Câncer.

Além das construtoras, houve convocação de secretários de estado de Saúde. Um dos objetivos foi buscar esclarecimentos sobre exonerações e desligamentos de profissionais vinculados ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e os possíveis impactos na continuidade e na eficiência do serviço.

A comissão solicitou ainda informações ao governador sobre as contratações temporárias realizadas pela Secretaria de Estado de Saúde e sobre o concurso público da pasta. A comissão também convidou o secretário de Saúde e representantes do Ministério Público Estadual e do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT

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