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Operação Lei Seca na Avenida do CPA resulta em 7 prisões e 49 veículos removidos

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A Operação Lei Seca, realizada na madrugada desta sexta-feira (06.11), em Cuiabá, terminou com sete pessoas presas, 49 veículos removidos e 60 motoristas multados. A fiscalização foi promovida na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (Av. do CPA), no bairro Araés, em ambos os sentidos da via.

Entre as prisões por embriaguez ao volante, cinco condutores foram autuados em flagrante. Uma das prisões contou com o agravante de participação em rachas ou exibição de manobra perigosa em via pública e desobediência; outra teve como agravante a ausência de permissão para dirigir, além do enquadramento por consumo de drogas.

A fiscalização registrou ainda uma prisão por adulteração de sinal identificador de veículo e outra por desobediência e resistência.

Durante a ação integrada, os agentes fiscalizaram 155 veículos e aplicaram 157 testes de alcoolemia, resultando na confecção de 67 Autos de Infração de Trânsito (AITs).

Do total de infrações, 39 foram aplicadas a condutores que dirigiam veículos sem registro ou não licenciados, seis por condução sob efeito de álcool, 12 por dirigir sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e sete por recusa ao teste do bafômetro. Outras três infrações foram registradas por diferentes irregularidades previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).


Dos 49 veículos removidos para o pátio, 35 eram carros e 14 eram motocicletas.

A fiscalização contou com a atuação integrada de equipes do Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Estado de Segurança Pública (GGI/Sesp), do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), da Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), da Polícia Penal, da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), do Corpo de Bombeiros Militar e do Sistema Socioeducativo.

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Homem foragido da Justiça de MT é preso no Estado do Maranhão

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A Polícia Civil de Mato Grosso, em ação integrada com a Polícia Civil do Estado do Maranhão, prendeu um homem que tinha mandado de prisão preventiva decretado pelo crime de estupro de vulnerável, praticado contra uma criança de 10 anos, em Lucas do Rio Verde.

A prisão foi realizada na quinta-feira (5.11), após investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Lucas do Rio Verde, que resultou na identificação do paradeiro do suspeito no município de Monção (MA).

Conforme apurado, o investigado é tio da vítima por afinidade, sendo casado com uma tia paterna da criança. Os abusos teriam ocorrido de forma reiterada durante o período em que a vítima residiu com familiares do lado paterno.

Diante dos fatos, a Polícia Civil instaurou procedimento investigativo e realizou diversas diligências, reunindo elementos de autoria e materialidade que apontaram para a prática do crime de estupro de vulnerável.

Com base nos indícios e nas provas reunidas, a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Lucas do Rio Verde representou pela prisão preventiva do suspeito. O pedido foi deferido pelo Poder Judiciário.

Após tomar conhecimento de que havia sido denunciado pela vítima, o investigado fugiu e passou a se ocultar para evitar sua localização e responsabilização criminal.


Apuração

A partir de então, a equipe da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Lucas do Rio Verde intensificou os trabalhos investigativos e de inteligência, conseguindo identificar que o suspeito estava escondido no município de Monção, no Maranhão.

Com as informações levantadas, foi realizada uma ação integrada entre as Polícias Civis de Mato Grosso e do Maranhão, que possibilitou a localização e a prisão do investigado. Ele ficará à disposição da Justiça.

A prisão é resultado do trabalho de investigação, inteligência e cooperação interestadual entre as forças policiais, demonstrando a importância da atuação integrada no enfrentamento aos crimes sexuais praticados contra crianças e adolescentes, especialmente nos casos em que os investigados tentam fugir para outros estados para escapar da responsabilização criminal.

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