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Mutirão da Cidadania beneficia moradores de distrito de Várzea Grande

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Foto: ALEXANDRE ALVES ALONSO

No distrito de Souza Lima, em Várzea Grande, aconteceu a 10ª edição do Mutirão da Cidadania Social, realizado neste sábado (28), com a oferta de mais de 20 serviços gratuitos à população. A ação, promovida pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), sob coordenação do deputado estadual Wilson Santos (PSD), ocorreu na Escola Municipal de Educação Básica (Emeb) Vereador Estevão Ferreira da Cunha e reuniu centenas de moradores em busca de atendimentos essenciais.

“Pela segunda vez, trazemos esse importante mutirão para Várzea Grande. O objetivo é chegar até o cidadão mais distante, que, muitas vezes, não consegue acesso aos serviços no dia a dia por estar trabalhando. Aqui resolvemos problemas básicos. Essa parceria com a prefeitura e a Assembleia Legislativa tem rendido frutos positivos para a população periférica. Vamos continuar destinando emendas nas áreas da saúde e educação, como no ano passado e agora em 2026, e levar esses mutirões para outras regiões”, destacou Santos.

Localizado a cerca de 22 quilômetros do centro de Várzea Grande e com aproximadamente 800 famílias, o distrito enfrenta dificuldades no acesso a serviços públicos, o que reforça a importância da iniciativa. Para o presidente da comunidade, Djalma Assunção, o mutirão representa uma oportunidade concreta de inclusão. “Muita gente precisa se deslocar daqui até à cidade para fazer uma consulta médica e outros serviços essenciais. Esperamos que outros mutirões aconteçam aqui. Precisamos que mais governantes olhem por nós”, afirmou.

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), destacou a importância da parceria institucional para levar serviços à população. “Esse mutirão abre oportunidades para as pessoas das comunidades, principalmente em um sábado, quando estão em casa. São serviços que fazem a diferença, como saúde, social, regularização, meio ambiente e até vacinação de animais. É uma integração com a sociedade e uma parceria importante com a Assembleia Legislativa. Precisamos repetir ações como essa e levar cidadania onde, muitas vezes, não conseguimos chegar”, comentou.

A moradora Antônia Rodrigues da Costa, técnica de enfermagem, aproveitou a ação para cuidar da saúde e levar toda a família, como o marido, a filha, o genro e as netas. “Precisávamos desse movimento aqui na região, por ser muito longe do centro. Temos dificuldade de agendar consultas e exames. Trouxe minha família toda e consegui atendimento com dentista e oftalmologista. Durante a semana não conseguimos e no sábado conseguimos resolver”, relatou.

Quem também aprovou a iniciativa foi o autônomo Nélvio Ribeiro de Oliveira, que desfrutou os serviços de saúde. “Estava precisando e aproveitei a ótica e o médico. Fico admirado com essa iniciativa do deputado Wilson Santos, que teve um olhar para essa comunidade”, disse.

Durante o evento, os moradores tiveram acesso a atendimentos nas áreas de saúde e bem-estar, com consultas médicas, aferição de pressão e glicemia, além de serviços odontológicos e oftalmológicos. Também foram oferecidos emissão de documentos, orientação jurídica, atualização do CadÚnico, Bolsa Família, serviços de assistência social, regularização, corte de cabelo, atividades educativas e recreação infantil. A ação contou ainda com a participação de diversos parceiros institucionais e voluntários, fortalecendo o alcance social do projeto.

Fonte: ALMT – MT

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Mulheres em situação de violência podem buscar atendimento na Procuradoria da ALMT

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Acolher, orientar e encaminhar são alguns dos principais papéis da Procuradoria Especial da Mulher (PEM) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Com atendimento especializado e sigiloso, a unidade acolhe mulheres em situação de violência ou violação de direitos e também orienta servidores e demais pessoas que presenciem ou tenham conhecimento de casos.

A Procuradoria atende situações de violência física, psicológica, sexual, moral, patrimonial ou digital, além de casos de assédio, discriminação e violência política de gênero. A equipe também acolhe relatos de ameaça, perseguição, controle, humilhação e outras condutas que possam representar violação de direitos.

Quem pode procurar — O atendimento especializado é destinado às mulheres, mas servidores e outros interessados também podem buscar a Procuradoria quando quiserem ajudar ou encaminhar uma colega, familiar, amiga ou outra mulher que esteja passando por uma situação de violência.

A PEM orienta a que não é necessário saber previamente qual tipo de violência está ocorrendo ou qual órgão deve ser acionado. A equipe realiza a escuta inicial, identifica as necessidades e orienta sobre os caminhos disponíveis.

A mulher pode procurar a Procuradoria mesmo que ainda não tenha decidido registrar uma denúncia. “A Procuradoria Especial da Mulher representa a capacidade de atuação do Poder Legislativo no enfrentamento à violência contra a mulher em Mato Grosso. É uma resposta concreta do Parlamento diante de uma realidade que ainda entristece e preocupa o nosso estado”, afirma a coordenadora da PEM, Thayara Novaes.

Os serviços incluem acolhimento e escuta qualificada, orientação jurídica, psicológica e social, encaminhamento e acompanhamento de casos, informações sobre direitos e articulação com os órgãos da Rede de Enfrentamento à Violência contra a Mulher.

Foto: Luciano Campbell/ALMT

A Procuradoria também promove palestras, capacitações, campanhas e ações educativas e de prevenção. Outra frente de atuação é o apoio às Câmaras Municipais na criação, implantação e fortalecimento das Procuradorias da Mulher, ampliando a presença dessa estrutura nos municípios.

“Além de oferecer acolhimento, orientação e encaminhamento nas áreas jurídica, psicológica e social, a PEM atua na prevenção, na articulação com a rede de proteção e junto às Câmaras Municipais, ampliando a capilaridade de um serviço que muitas vezes não chega aos pequenos municípios”, destaca Thayara.

Como funciona — Após o relato da pessoa que buscou o serviço, a equipe avalia a situação e os possíveis riscos, presta as orientações necessárias e, quando cabível, encaminha a mulher aos serviços responsáveis, como Polícia, Delegacia Especializada, Defensoria Pública, Ministério Público, saúde e assistência social. O procedimento, de acordo com a PEM, segue um fluxo de acolhimento, identificação da necessidade e do risco, orientação, encaminhamento e, quando necessário, acompanhamento.

A Procuradoria ressalta que sua atuação não substitui a dos órgãos responsáveis por serviços especializados. A PEM não realiza investigação policial, não registra boletim de ocorrência, não concede medidas protetivas nem presta atendimento médico de urgência. Quando a demanda não é de sua competência, a equipe orienta sobre o serviço adequado.

Em situações de risco imediato, agressão em andamento ou ameaça à vida, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo 190. Posteriormente, a PEM pode atuar no acolhimento, orientação e articulação com a Rede de Proteção.

A Procuradoria Especial da Mulher funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, na Sala 17, no térreo da ALMT. O contato também pode ser feito pelo telefone (65) 3313-6802, pelo WhatsApp Zap-Delas, no (65) 98134-1655, ou pelo e-mail [email protected].

O atendimento é realizado de forma reservada e sigilosa, preservando a privacidade das mulheres e as informações compartilhadas. Não é necessário agendamento para o acolhimento inicial.

Fonte: ALMT – MT

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