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Viva Maria reflete sobre a “falsa abolição” da escravatura no Brasil

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Olá amigas e amigos deste nosso programa que, à luz de uma verdade histórica incontestável, desde os anos 1980 se nega a comemorar o 13 de maio, que é o dia oficial da Abolição da Escravatura no Brasil.

A exemplo do que faz o movimento negro, este programa prefere aproveitar a data para chamar a atenção da nossa sociedade para o cenário de exclusão e discriminação que, até hoje, 138 anos depois, ainda nega à população negra a igualdade de oportunidades.

Por isso, em nome de uma revisão que a história desse país ainda está a nos dever — inclusive nos livros didáticos — queremos ouvir a professora Gina Vieira Ponte, que ainda ontem (12) foi agraciada com o Prêmio Engenho Mulher 2025 por ter se tornado uma referência em educação do Brasil.

Ela é autora do Projeto Mulheres Inspiradoras, responsável pela transformação da vida de centenas de alunos da rede pública que frequentaram suas aulas, em Brasília (DF).

A propósito, neste 13 de maio, vamos ouvir com muita atenção a aula que ela vai nos dar sobre os bastidores políticos que levaram a Princesa Isabel a promulgar a Lei Áurea.

▶️ Clique no player acima de acompanhe a entrevista!


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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