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Viva Maria: Música e democracia em pauta no Festival COMA

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Saudações de paz e bem a todas as pessoas que neste momento, assim como  os líderes europeus, estão unidas na esperança de um cessar-fogo imediato entre a Rússia e a Ucrânia!

Viva Maria  espera, ardorosamente,  que o  encontro entre os presidentes Trump-Putin  possa se desdobrar num acordo de  paz “justo e duradouro” para a Ucrânia.

Essa é também a expectativa da premiê da Itália, Giorgia Meloni, que fez questão de afirmar seu apoio em palavras: ( aspas ) “Podem contar com a Itália, estamos ao lado da Ucrânia.”  Como ela, o  presidente da França, Emmanuel Macron, apelou para uma paz robusta e permanente na Ucrânia.

Que assim seja ! E quem com toda certeza se une essas manifestações pela paz é a amiga Michelle Cano, produtora, gestora de eventos culturais e co-fundadora e CEO do Festival COMA que celebra a feliz parceria entre  consciência, música e arte. Este ano , COMA se integra a temporada Brasil e França com uma programação muito especial e gratuita aqui na capital de todos os brasileiros.

Michelle Cano, CEO do festival,  destaca as principais atrações do evento que, para além de  painéis com debates sobre educação midiática, mulheres na politica , direitos culturais e democracia também conta com performances e shows históricos com Paulinho da Viola, Sandra Sá, Paulinho Moska e muitas outras importantes vozes da nossa MPB. 


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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