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Viva Maria celebra os 82 anos da cirandeira Lia de Itamaracá

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Nesta segunda-feira, dia 12, o programa Viva Maria entra na roda da ciranda para homenagear uma das maiores mestras da cultura popular brasileira: Lia de Itamaracá, que completa 82 anos de vida dedicados à música, à tradição e à resistência cultural.

Nascida na Ilha de Itamaracá, em Pernambuco, Maria Madalena Correia do Nascimento, a Lia, transformou o canto aprendido nas praias, nas festas e nas rodas populares em um patrimônio vivo do Brasil. Sua trajetória se confunde com a própria história da ciranda nordestina, reconhecida em 2021 como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Iphan.

O programa traz momentos marcantes de sua carreira, músicas que atravessaram gerações e uma entrevista especial concedida ao Viva Maria, em que Lia fala sobre o significado desse reconhecimento e sobre a força da cultura que nasce do povo e permanece viva na memória coletiva.

Mais do que celebrar uma artista, esta edição do Viva Maria celebra uma mulher que fez da própria vida uma ciranda, reunindo tradição, ancestralidade e futuro em cada verso.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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