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Violinista do Pará brilha no Festival Internacional Sesc de Música

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Oi, oi gente amiga desse nosso programa  que nesta edição é  um convite à escuta de uma jovem de 25 anos, a violinista amazônida  Agatha Nascimento, moradora de Barcarena, (PA)

Reconhecidamente,  ela é  um talento no campo da música de concerto brasileira  que, orgulhosamente  apresenta a força criativa do Pará   no 14º Festival Internacional Sesc de Música, que está acontecendo desde o dia  19  de janeiro, em Pelotas (RS),. 

A trajetória de Ágatha mostra como a música é capaz de transformar vidas e abrir caminhos. Integrante da Orquestra Jovem Sesc Pará desde 2025, ela ocupa a posição de Spalla – a primeira violinista do naipe, responsável por liderar os demais violinistas nas arcadas da orquestra.

Na música, Ágatha sempre buscou aliar o talento a uma sólida base acadêmica. Ela é formada em violino pela Universidade Estadual do Pará (UEPA) e pela Escola de Música da Universidade Federal do Pará (UFPA), onde ingressou simultaneamente nos cursos técnico e de licenciatura em 2021. 

Incentivada pela avó, Ágatha tocou os primeiros acordes há 10 anos, dentro da igreja da sua comunidade. Rapidamente se destacou e, com dedicação, ganhou notoriedade. Agora, é professora de violino em Barcarena, aluna do renomado professor chileno Yerko Tabila e continua a brilhar na orquestra da sua igreja. Viva Maria comemora  com  entusiasmo o fato dela estar sendo chamada a  integrar a Orquestra Jovem Sesc Brasil , onde se apresenta amanhã  à noite , no Theatro Guarany, no Festival de Pelotas.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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