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Tom Cruise receberá Oscar Honorário pelo conjunto da obra

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A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou por meio de sua página oficial no Instagram que o ator e produtor Tom Cruise está entre os profissionais de cinema que receberão um Oscar Honorário.

O ator norte-americano tem mais de 40 anos de carreira; é um dos maiores campeões de bilheteria da história do cinema; e possui 3 indicações ao Oscar como intérprete, será homenageado pelo conjunto da obra. Cruise nunca ganhou a estatueta dourada.

Além de Tom Cruise, a atriz, produtora e coreógrafa Debbie Allen e o designer de produção Wynn Thomas também foram anunciados como artistas que receberão o troféu especial.

A atriz e lenda da música country americana, Dolly Parton, também receberá o Prêmio Humanitário Jean Hersholt, por suas ações de filantropia ligadas à educação infantil em todo o mundo.

Os homenageados receberão seus Oscars Honorários na cerimônia do Governors Awards 2025, que terá sua 16ª edição no dia 16 de novembro, em Los Angeles, na Califórnia. O evento é uma cerimônia paralela ao Oscar dedicada a reconhecer carreiras e contribuições de profissionais para o cinema. Antigamente essas homenagens aconteciam dentro da própria cerimônia do Oscar. 


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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