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Salvador recebe até sábado o Festival Julho das Pretinhas

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Dentro das ações do Julho das Pretas, que acontece em todo o país, a cidade de Salvador sedia, a partir desta segunda-feira (20), uma programação voltada para literatura, infância, juventude e empoderamento preto. É o Festival Julho das Pretinhas.

O evento chega a sua sétima edição e tem como tema “imaginação, criatividade e criação para a construção das identidades infantis pretas”. A programação terá encontro com autores, leitura dramatizada, oficina formativa, exposição e apresentações artísticas.

Nesta segunda-feira, a partir das duas da tarde, a Biblioteca Monteiro Lobato recebe a Leitura Dramatizada “Maria Felipa”, uma homenagem à heroína baiana que teve papel fundamental na luta pela Independência da Bahia e do Brasil; contação de histórias com a escritora de Literatura Infantojuvenil e professora de artes, Paula Brito; além do “Falas Pretinhas”, um encontro com autores infantis da Coleção Linguinha de Dendê.

Na quinta-feira, a partir das duas da tarde, a Biblioteca recebe a exposição Pretinhas Brincantes, seguida da apresentação da Griot Yaya, com participação do Bonde da Calu.

Outro destaque do Festival é a Mostra Julho das Pretinhas, que acontecerá no sábado (25), último dia do evento, a partir das 15h, no Teatro Sesi Casa Branca, e que traz vários trabalhos artísticos com foco em teatro, dança e literatura cantada, realizados em escolas públicas ou comunitárias. 

Toda a programação é gratuita e pode ser acessada em detalhes no Instagram @julhodaspretinhas.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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