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RJ: Réveillon terá shows de Gil com Ney Matogrosso e Belo com Alcione

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Além da tradicional queima de fogos, o Réveillon no Rio de Janeiro terá shows de Gilberto Gil com Ney Matogrosso; e de Belo com Alcione. As informações foram dadas pela Prefeitura do Rio em coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (4). A festa vai contar com mais de 70 atrações musicais em 13 palcos espalhados pela cidade.

A programação começa a partir das 18h. E, para fechar a noite em Copacabana, a bateria da Beija-Flor dará o ar da graça. O show começa às 3h30 da madrugada.

Estrutura em Copa

A orla de Copacabana receberá quase o dobro das balsas pirotécnicas, que, neste ano, serão 19. Para celebrar a chegada de 2026, a queima de fogos terá duração de 12 minutos.

Além dos fogos, o evento contará com desenhos inéditos, um show de drones que simbolizará a chegada do futuro e uma trilha sonora especialmente composta para a ocasião.

A expectativa é que o Réveillon gere mais R$ 3 bilhões na economia local e receba até cinco milhões de pessoas nos 13 pontos da cidade.

Entre os locais que vão promover shows estão:

  • Flamengo;
  • Praia de Ramos;
  • Parque Realengo; e
  • Parque Oeste.

A montagem da estrutura para o Réveillon começa já nesta sexta-feira (5).


Fonte: EBC Cultura

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Festival Caju de Leitores começa nesta quarta com série de atrações

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A quinta edição do Caju de Leitores, considerado o primeiro festival de literatura indígena do Brasil, começa nesta quarta-feira (2) com uma série de atrações, como rodas de conversa, contação de histórias, atividades educativas e apresentações culturais. O evento acontece na Oca Tururim, na Aldeia Xandó, em Porto Seguro, na Bahia. O local é ponto de preservação da cultura Pataxó.

Entre os participantes desta edição estão a indígena argentina Mariela Tulián, a primeira latino-americana a participar do festival; a indígena Vanessa Guarani Ratton, vencedora do Prêmio Jabuti 2023 na categoria Fomento à Leitura; e a escritora e contadora de histórias Auritha Tabajara, reconhecida como a primeira mulher indígena a publicar cordéis no Brasil.

Sairi Pataxó, escritor e anfitrião do Festival Caju de Leitores, fala sobre a origem do evento:

“O Caju de Leitores é um festival literário dentro da nossa comunidade indígena Pataxó do Xandó que nasceu em 2022 para fomentar a leitura, unir os nossos escritores do Brasil inteiro – este ano já internacional, com a escritora indígena internacional – e unir as escolas à leitura”.

Nesta edição do evento, o tema é “Um Manifesto de Bichos”, que busca dar voz e reconhecer os animais como seres que participam das histórias, das memórias e dos conhecimentos compartilhados entre gerações dos Pataxós, como explica Sairi Pataxó:

“É um tema que é muito forte na nossa cultura. É uma tradição milenar. O cachorro, que é um amigo muito forte do nosso povo, que, para onde a gente vai, principalmente onde tem mata, a gente leva o cachorro. Assim como as outras caças, que são muito fortes na tradição do nosso povo e fazem parte da vivência da nossa vida”.

Alethea Costa, curadora e coordenadora de produção do festival, fala sobre a expectativa de público para esta edição:

“Todos os anos, vem aumentando a participação de alunos, das escolas, dos professores, que já se programam durante o ano dentro da carga letiva para estarem presentes aqui, até atividades escolares que já são pensadas tendo o Caju de Leitores como um dos focos. E este ano também, o que deixa a gente bastante otimista é que nós, no início do ano, realizamos uma itinerância pelas escolas indígenas aqui do município, levamos um pouco do Caju de Leitores para essas escolas.”

Maria Coruja

O evento conta ainda com a presença da anciã e liderança Pataxó Maria Coruja, homenageada da edição deste ano. Ela é cantora, compositora, artesã e guardiã da memória do povo Pataxó. Quando criança, sobreviveu ao episódio conhecido como Fogo 51, ação violenta contra a população indígena Pataxó. Também se tornou uma das grandes referências do samba indígena.

A programação do Caju de Leitores é gratuita e acontece até sexta-feira (4).


Fonte: EBC Cultura

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