Cultura
RJ: Réveillon terá shows de Gil com Ney Matogrosso e Belo com Alcione
Cultura
Além da tradicional queima de fogos, o Réveillon no Rio de Janeiro terá shows de Gilberto Gil com Ney Matogrosso; e de Belo com Alcione. As informações foram dadas pela Prefeitura do Rio em coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (4). A festa vai contar com mais de 70 atrações musicais em 13 palcos espalhados pela cidade.

A programação começa a partir das 18h. E, para fechar a noite em Copacabana, a bateria da Beija-Flor dará o ar da graça. O show começa às 3h30 da madrugada.
Estrutura em Copa
A orla de Copacabana receberá quase o dobro das balsas pirotécnicas, que, neste ano, serão 19. Para celebrar a chegada de 2026, a queima de fogos terá duração de 12 minutos.
Além dos fogos, o evento contará com desenhos inéditos, um show de drones que simbolizará a chegada do futuro e uma trilha sonora especialmente composta para a ocasião.
A expectativa é que o Réveillon gere mais R$ 3 bilhões na economia local e receba até cinco milhões de pessoas nos 13 pontos da cidade.
Entre os locais que vão promover shows estão:
- Flamengo;
- Praia de Ramos;
- Parque Realengo; e
- Parque Oeste.
A montagem da estrutura para o Réveillon começa já nesta sexta-feira (5).
Cultura
Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos
Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.
Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.
Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.
A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.
A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.
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