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Procissão das Sanfonas anima ruas de Teresina nesta segunda

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Esta segunda-feira (3) é dia de Teresina, capital do Piauí celebrar a identidade nordestina e os artistas que mantêm a cultura da região viva. As ruas da capital piauiense serão palco de mais uma edição da Procissão das Sanfonas.

Este ano, a festividade celebra o centenário de Dona Helena Gonzaga; os 80 anos de Alceu Valença; e recorda os 37 anos do falecimento do Rei do Baião, Luiz Gonzaga.

Dona Helena, apelidada carinhosamente de Madame Baião, foi companheira de Gonzagão por cerca de quatro décadas e é considerada figura central na preservação da memória do artista, que é referência do cancioneiro nordestino e dos sanfoneiros de todo país.

A concentração será às 15h, em frente à Catedral de Nossa Senhora das Dores. Antes da saída da procissão, haverá missa e bênção das sanfonas na catedral. Depois, o cortejo musical com sanfoneiros, artistas, admiradores da música nordestina e o público segue pelo calçadão da Simplício Mendes em direção ao Museu do Piauí, localizado na Praça da Bandeira, no centro da capital.

Após a procissão, a festa segue com apresentações de sanfoneiros, homenagens e muita música para celebrar a riqueza da cultura popular nordestina.

Criada em 2009, a procissão chega à 18ª edição este ano, consolidando-se como um dos principais eventos culturais do estado. O evento, Patrimônio Cultural Imaterial do Estado do Piauí e da cidade de Teresina, é promovido pela Colônia Gonzaguiana do Piauí, um grupo cultural dedicado à preservação e pesquisa sobre vida e obras de Luiz Gonzaga.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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