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Prestes a completar 60 anos, Zeca Baleiro lança coletânea de músicas

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No mês em que completa 60 anos de vida, José Ribamar Coelho Santos, o cantor e compositor Zeca Baleiro, lança o projeto musical em que resgata 60 trabalhos de seu repertório. A curadoria é do próprio Zeca. Através da retrospectiva batizada de  “Zeca 60”, o artista maranhense disse que fará um passeio pelos seus quase trinta anos de carreira:  

“Eu vou celebrar essa data, essa efeméride, lançando uma coletânea nas plataformas de streaming. Quatro volumes, com 15 canções, cada. Desde o início da discografia, desde o primeiro disco de 1997 até os mais recentes. E, espero que vocês curtam lá. Tem um pouco de tudo que eu fiz; um pouco, bastante de tudo que eu fiz nesses 29 anos de carreira discográfica. Para quem, como eu imaginava, morrer antes dos 30, já me sinto num lucro danado”, disse,

Os 4 volumes incluem pérolas do seu cancioneiro que mistura MPB, pop, samba, rock e, claro, música regional, passando por sucessos, duetos, gravações raras, canções desconhecidas do grande público, releituras de outros compositores e outras parcerias. O Volume 1 do projeto foi lançado nesta sexta-feira e revisita seus primeiros trabalhos.     

Zeca Baleiro nasceu em 11 de abril de 1966 em São Luís do Maranhão e lançou seu primeiro disco de autorais,  “Por Onde Andará Stephen Fry?”, em 1997. Foram mais de 15 discos de estúdio. Ao longo destas quase três décadas de carreira acumulou inúmeros prêmios e indicações, entre eles, Grammy Latino, APCA e Prêmio da Música Brasileira.

*Com sonoplastia de Jailton Sodré


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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