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Prêmio Palmares de Artes prorroga inscrições até 29 de maio

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Artistas negros da dança, teatro, audiovisual, literatura e música ainda podem participar da 5ª edição do Prêmio Palmares de Artes. As inscrições foram prorrogadas até o dia 29 de maio.

Organizado pela Fundação Palmares, o prêmio busca fortalecer e reconhecer a produção cultural afro-brasileira em todo o país. Serão 20 premiações nas categorias artes cênicas, audiovisual, literatura e música, contemplando as cinco regiões brasileiras.

Cada iniciativa selecionada vai receber o valor de R$ 12,5 mil.

A Fundação Palmares está destinando, no total, R$ 1 milhão para o prêmio, que é uma doação sem encargo, não sendo exigida contrapartida dos contemplados.

Podem participar pessoas físicas maiores de 18 anos, residentes no Brasil e autodeclaradas pretas ou pardas. Cada componente poderá inscrever em apenas uma categoria, com uma descrição textual da iniciativa cultural e um vídeo demonstrando o fazer artístico. 

As inscrições podem ser realizadas pela Plataforma Prosas. O resultado final está previsto para sair no dia 13 de agosto. 

 


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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