Cultura
Pelourinho reúne 150 atrações no Carnaval de Salvador
Cultura
Longe dos grandes blocos que fazem a folia de milhões de pessoas nos circuitos de trios elétricos em Salvador, o Pelourinho, que fica no Centro Histórico da capital baiana, será um reduto não só de atrações nacionais, mas também das várias manifestações que formam a cultura baiana. 

Com cerca de 150 atrações e mais de 250 horas de música, o Pelourinho terá uma programação gratuita, até o dia 17, com eventos entre os Largos do Pelourinho, Pedro Archanjo, Tereza Batista, Quincas Berro D’Água e a Praça das Artes Mestre Neguinho do Samba.
Samba, axé, rap, reggae, guitarra baiana, bailes infantis e encontros colaborativos ocupam esses espaços em diferentes modalidades, como apresentações em palco, itinerantes, de dança, orquestras, bandinhas, dj’s, performances, microtrios e os nanotrios, que são veículos conduzidos por pessoas ou movido com uso de pedal.
Nomes consagrados e revelações da música brasileira e, claro, baiana, também farão shows no Pelô. Larissa Luz, Majur, Os Garotin, Filhos de Jorge, Afrocidade, Mariene de Castro, Nelson Rufino, Chico César e Luedji Luna estão entre as atrações.
Nesta sexta-feira, sobem nos palcos montados são os baianos Rachel Reis, Os Gilsons, Márcia Freire, Tonho Matéria e Ganhadeiras de Itapuã, entre outros.
A partir das cinco da tarde de HOJE, pelo menos SEIS atrações musicais farão os cortejos itinerantes pelas ruas do Pelourinho.
Cultura
Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos
Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.
Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.
Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.
A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.
A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.
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