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O Último Azul, filme inédito, abre nesta sexta o Festival de Gramado

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A abertura do tapete vermelho do mais antigo festival de cinema em atividade no Brasil, o Festival de Gramado, acontece nesta sexta-feira, na cidade da Serra Gaúcha.

Durante 10 dias de programação, até o dia  23 de agosto, a edição de número 53 do  Festival  vai exibir curtas e longas-metragens inéditos 

Este ano, os 74 filmes selecionados apresentam um panorama abrangente do audiovisual brasileiro, ibero-americano e gaúcho, unindo nomes conhecidos a novos promissores.

A cerimônia de abertura oficial do Festival terá a exibição do longa “O Último Azul”, do diretor pernambucano Gabriel Mascaro. Inédito no Brasil, o longa levou o Urso de Prata no Festival de Berlim deste ano.

Marcos Santuario, um dos curadores do Festival, explica que  seis filmes inéditos vão competir pelo Troféu Kikito na principal mostra de longas-metragens brasileiros.

A equipe da curadoria escolheu, entre 300 filmes, aqueles que trazem diversidade de narrativas e origens, destaca Marcos Santuário.

Este ano, a atriz paraibana Marcélia Cartaxo será homenageada com  o Troféu Oscarito e o ator Rodrigo Santoro vai receber o Kikito de Cristal, que celebra carreiras internacionais.

A entrega dos Kikitos aos vencedores das mostras acontece no último dia do Festival. A programação completa o ouvinte confere no site http://festivaldecinemadegramado.com.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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