Cultura
O Agente Secreto recebe quatro indicações ao Oscar 2026
Cultura
O Brasil vai ter representante no Oscar 2026! O anúncio foi feito nesta quinta-feira (22) pela Academia de Artes e Ciências de Hollywood. 

As indicações confirmam a previsão das publicações especializadas. O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, vai disputar como Melhor Filme Internacional, Melhor Filme, Melhor Ator e Melhor Direção de Elenco.
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Wagner Moura concorre a estatueta de Melhor Ator ao lado de Timothée Chalamet, Leonardo DiCaprio, Michael B. Jordan e Ethan Hawke.
Como Melhor Filme Internacional, a briga vai ser com produções como Foi Apenas Um Acidente, da França; Valor Sentimental, da Noruega; A Voz de Hind Rajab, da Tunísia; e Sirat, da Espanha.
Como Melhor Filme, disputa com trabalhos como Marty Supreme, Uma Batalha Atrás da Outra, Hamnet – A Vida Antes de Hamlet, Pecadores e Valor Sentimental, também indicado na categoria Melhor Filme Internacional.
Ainda pelo Brasil, uma indicação para Melhor Fotografia. Embora a produção seja americana, Sonhos de Trem, tem o diretor de fotografia brasileiro Adolpho Veloso.
Premiação
A cerimônia do Oscar acontece no dia 15 de março em Los Angeles, nos Estados Unidos.
Mais de 10 mil profissionais da indústria cinematográfica, entre atores, diretores, roteiristas e técnicos, participaram do processo da votação nas suas próprias áreas. A exceção é a categoria de Melhor Filme, escolhido por todos os membros da Academia.
Cultura
Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos
Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.
Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.
Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.
A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.
A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.
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