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Muafro Recife inaugura exposição que conecta Brasil e África pela arte

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O Muafro Recife, Museu de Artes Afro-Brasil Rolando Toro, localizado na capital pernambucana, inaugura nesta quinta-feira uma exposição que conecta África e Brasil por meio da arte contemporânea.

Treze artistas, entre brasileiros e africanos, apresentam, a partir de hoje, uma mostra de seus trabalhos através da exposição permanente “Entre Continentes: Olhares sobre Arte e Africanidades”. 

Sob curadoria de Cícera Rosa e Jorge Luiz dos Santos, a mostra propõe uma travessia simbólica entre Brasil e África.

São 40 peças que variam entre máscaras, esculturas e painéis, que carregam a estética africana e foram coletadas durante viagens realizadas, entre 1990 e 2010, pelo colecionador e antropólogo chileno Rolando Toro por diversas regiões da África Central, do Sul e Ocidental e também em Milão, na Itália.

O Muafro está localizado no Recife Antigo, no Marco Zero, coração da capital. Quem visitar o espaço também pode conhecer outra mostra permanente intitulada “Um homem com calo nas mãos não precisa de identidade”, que reúne esculturas e máscaras afro-brasileiras; são dezenas de peças também do acervo de Rolando Toro.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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