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Mostra Internacional de Cinema discute pautas LGBTQIAPN+ em São Luís

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Com o objetivo de dar visibilidade a produções cinematográficas do Brasil e do exterior que discutem as pautas da comunidade LGBTQIAPN+ começa hoje (27) em São Luís, 9ª edição da Quelly – Mostra Internacional de Cinema de Gênero e Sexualidade.

O filme “Salomé”, dirigido pelo cineasta André Antônio e vencedor de sete prêmios no Festival de Cinema de Brasília do ano passado, fará a abertura do evento. A sessão, com entrada gratuita, acontece a partir das 19h, no Teatro João do Vale, que fica no Centro Histórico da Capital Maranhense.

Nesta quinta-feira (28), o diretor André Antônio fala sobre processos criativos, linguagem cinematográfica e da construção de narrativas de gênero no cinema brasileiro. E a  atriz Aura do Nascimento, protagonista do filme Salomé, realiza na próxima sexta e sábado, no Espaço Cultural Chão SLZ a oficina Metamorfose. Uma oportunidade dos participantes aprenderem técnicas de manipulação de imagens digitais.

Fazem parte da mostra pelo menos 20 filmes, entre curtas, médias e longas-metragens, que abordam a vivência LGBT+ em temáticas diversas como raça, quilombolas, envelhecimento, descoberta da sexualidade, entre outras. Durante as sessões, que ocorrem até o dia 30 de agosto, os ingressos serão distribuídos uma hora antes de cada exibição. A lista com os filmes da programação está disponível no Instagram oficial do evento, @mostraquelly.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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