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Mostra em São Luís oferece imersão nos saberes do tambor de mina

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Uma das principais representações afro-religiosas do Maranhão, o tambor de mina ganha destaque em uma mostra especial a partir desta quarta-feira (27), em São Luís. 

A Casa do Tambor de Crioula, que fica no centro histórico da capital maranhense, recebe até o próximo sábado a mostra cultural “O Panteão dos Voduns: Divindades do Tambor de Mina Maranhense”, que oferece ao público visitante uma imersão nesta religião afro-brasileira que tem entre as características o culto aos espíritos indígenas (caboclos), divindades da Nação Jeje (os voduns) e os santos do catolicismo.

A expectativa é que a mostra, organizada pela Casa Ilê Ogu Oni Lonon Kpèntèn, contribua com a eliminação de estigmas e desconhecimento sobre o tambor de mina. 

A programação diária, sempre de 9h às 18h, contará com oficinas práticas de saberes tradicionais e dos toques de tambores sagrados da tradição Jeje – o tambor da mata, o guia e o contra-guia -; a apresentação do tambor de crioula Rosas de Maria; roda de conversa com sacerdotes do Tambor de Mina, finalizando com toque de tambor conduzido pelo Toy Vodunno Leandro de Ogum.

Haverá, ainda, uma exposição de indumentárias sagradas acompanhadas de painéis explicativos. 

A mostra também terá recursos imersivos para que o visitante possa vivenciar aspectos do universo dos voduns através de estímulos visuais, olfativos e sonoros. A entrada é gratuita. Outras informações no Instagram da Casa do Tambor de Crioula.    




Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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