Cultura
Morre a cantora e empresária Preta Gil
Cultura
Morreu neste domingo (20), aos 50 anos, a cantora empresária Preta Gil, vítima de um câncer no intestino. Filha do cantor Gilberto Gil, Preta estava nos Estados Unidos desde o mês de maio, onde fazia tratamento. A família de Preta Gil divulgou nota pelas redes sociais lamentando a morte da artista e afirmando que agora cuida dos procedimentos para trazê-la de volta ao Brasil para ser sepultada.

A nota publicada no perfil de Gilberto Gil diz o seguinte: “É com tristeza que informamos o falecimento de Preta Maria Gadelha Gil Moreira em Nova York, onde estamos neste momento cuidando dos procedimentos para a sua repatriação ao Brasil. Pedimos a compreensão de tantos queridos amigos, fãs e profissionais da imprensa enquanto atravessamos esse momento difícil em família. Assim que possível, divulgaremos informações sobre as despedidas.”
Preta Gil descobriu câncer no intestino no início de 2023. Filha de Gilberto Gil com Sandra Gadelha, Preta faria 51 anos em 8 de agosto. Ela deixa um filho, Francisco Gil, e uma neta, Sol de Maria Gil. Também pelas redes sociais, o presidente Lula lamentou o falecimento de Preta Gil:
“Preta era uma pessoa extremamente querida e admirada pelo público e pelas pessoas que tiveram a felicidade de conviver com ela. Os palcos e os carnavais que ela tanto animou, sentirão sua falta”, disse Lula. O presidente também afirmou que assim que soube da notícia, telefonou para Gilberto Gil para oferecer palavras de conforto. Gil foi seu ministro da cultura entre 2003 e 2008.
*Com informações da Agência Brasil
Cultura
Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos
Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.
Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.
Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.
A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.
A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.
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