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Mocidade Alegre é a campeã do Carnaval de São Paulo

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A grande campeã do Carnaval de São Paulo de 2026 é a Mocidade Alegre, também conhecida como Morada do Samba, que conquistou o 13º título no Grupo Especial, com apenas um décimo de diferença para a Gaviões da Fiel. 

A escola do bairro do Limão foi fundada em 1967. Solange Cruz é presidente da agremiação há mais de 20 anos, período em que conquistou oito títulos de campeã do grupo especial.

A vitória veio com o enredo Malunga Léa – Rapsódia de uma Deusa Negra, desenvolvido pelo carnavalesco Caio Araújo, que homenageou a vida e obra da atriz Léa Garcia, pioneira no teatro e cinema nacional, ativista e símbolo do protagonismo negro nas artes: fez parte do Teatro Experimental do Negro, foi indicada a melhor atriz no Festival de Cannes em 1957, pelo papel no filme Orfeu Negro, e atuou em novelas como Escrava Isaura.

No desfile do último sábado (14), houve a entrega simbólica de um Kikito de Ouro como forma de reparação pelo legado da atriz, que morreu de um infarto em 2023, aos 90 anos, no dia em que receberia o Troféu Oscarito, no Festival de Gramado. 

Rebaixadas

As duas escolas que caíram para o Grupo de Acesso I foram a Águia de Ouro, com a menor pontuação, e a Rosas de Ouro, campeã do carnaval de 2025, que já começou a apuração deste ano com cinco décimos a menos por causa do atraso na entrega do material com informações do desfile. Se a Rosas de Ouro não tivesse recebido a punição pelo atraso, teria se mantido no grupo de elite do carnaval paulistano.

Grupo de Acesso 

Já no Grupo de Acesso I, a campeã foi a Acadêmicos do Tucuruvi, que garantiu a volta para o grupo especial junto com a Pérola Negra, que ficou em segundo lugar. Nenê de Vila Matilde e Camisa 12 caíram para o Grupo de Acesso 2. 

Com a vitória deste ano, a Mocidade Alegre se tornou a segunda escola com o maior número de títulos no carnaval de São Paulo, atrás apenas da Vai-Vai. 


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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