Cultura

Milton Hatoum, o mais novo imortal da Academia Brasileira de Letras

Publicado em

Cultura

A Academia Brasileira de Letras elegeu nesta quinta-feira (14) o escritor Milton Hatoum como mais novo imortal. Ele passa a ocupar a cadeira número 6, que foi do ao jornalista Cícero Sandroni. Hatoum foi eleito com 33 votos, em disputa que contou com outros cinco candidatos.

Nascido em Manaus, o romancista, contista, ensaísta, tradutor e professor universitário é autor de obras que marcaram a literatura contemporânea, premiadas no Brasil e no exterior. Tem livros publicados em 17 países, com mais de 500 mil exemplares vendidos.

Entre seus romances estão “Relato de um certo Oriente”, vencedor do Prêmio Jabuti, e “Cinzas do Norte”, que recebeu o Prêmio Portugal Telecom. Também é responsável por coletâneas de contos e crônicas.

Em entrevista ao Programa Trilha de Letras, da TV Brasil, no ano passado, Hatoum, falou sobre a obra “Dois Irmãos”.

“Meu romance mais lido é o Dois Irmãos, tá nos vestibulares e tal, e tem um lado psicológico ali da trama entre os gêmeos e a mãe, que desperta bastante atenção de psicólogas, psicólogos e psicanalistas e sempre vem uma pergunta pessoal também. E uma coisa que eu sempre falo com os jovens, pra não confundir o autor ou a autora, com o narrador”.  

Além da produção literária, Hatoum mantém intensa agenda como escritor convidado para ministrar cursos e conferências em universidades e instituições culturais no Brasil e no exterior.

Seu mais recente trabalho, “Dança de enganos”, será lançado em outubro pela Companhia das Letras.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cultura

Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

Publicados

em

Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA