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Ilha do Marajó recebe Festival Choro Jazz 2025 com quarteto inédito

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Arismar do Espírito Santo, Filó Machado, Gabriel Grossi e Michael Pipoquinha dividirão o mesmo palco em uma apresentação única e inédita no Festival Choro Jazz 2025. A proposta ousada da curadoria do festival reúne o talento multigeracional desses artistas consagrados em um quarteto criado especialmente para esta edição do evento.

O festival acontece em Soure, na ilha do Marajó, entre os dias 8 e 13 de julho e marca a história do festival, como afirma a Aline de Moraes, diretora executiva do Festival Choro Jazz.

Em 2025 a gente volta para o Marajó, no Pará, com o Festival Choro Jazz, que completa 16 anos e que tem por missão a democratização da música instrumental. Para que ela saia desse lugar de elite. A gente conta com o patrocínio da Petrobras nessa empreitada, por meio da Lei Rouanet, do Ministério da Cultura, e temos a parceria com a Prefeitura de Soure. De 8 a 10 são oficinas gratuitas com grandes mestres, e de 11 a 13 os shows, tudo gratuito”.

O show promete não apenas uma fusão sonora entre mestres da música brasileira contemporânea, mas também um momento simbólico de valorização cultural em um dos territórios mais ricos do país.

A expectativa é de que o evento atraia amantes da música instrumental de todas as regiões do Brasil, consolidando o festival Choro Jazz como um dos mais importantes encontros da música de qualidade no cenário nacional.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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