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Gargalhadas pantaneiras: Campo Grande vira palco da Pantalhaços

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Foi aberta nesta quinta-feira (4) em Campo Grande (MS), a 9ª edição da Mostra de Palhaços do Pantanal. O público vai poder assistir a 16 apresentações de artistas do Brasil, Argentina e Peru, além de oficinas, rodas de conversa e de um cortejo pelas ruas. 

Até a próxima quarta-feira, dia 10 de dezembro, a capital sul-mato-grossense se transforma em cenário para o riso com a Pantalhaços- Mostra de Palhaços do Pantanal, que comemora 17 anos. Nesta edição, de quase duzentos inscritos, foram selecionados 13 espetáculos.  

Entre eles estão as Noites de Circo, da família Morales do Rio de Janeiro, responsável pela abertura do evento. Tem ainda o Xou do Xac, da Mutanti Lab de Criação, de Minas Gerais e o espetáculo Se Desconcierta el Concierto, do Latin Duo, companhia da Argentina e Peru. Tem ainda grupos de Alagoas, São Paulo, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. 

O evento também tem atividades voltadas para a formação de artistas. Todas as oficinas são gratuitas, mas há limite de vagas e é necessário se inscrever pelo blog pantalhacos.blogspot.com 

As apresentações acontecem em diversos locais de Campo Grande, como o Teatro de Arena, Prosa Sesc, Flor e Espinho, Circo do Mato, além de centros culturais, escolas e praças. 

No domingo será realizada a Palhasseata, na Orla Morena, com o palhaço Jerônimo, de São Paulo. É um momento de interação em que a avenida se transforma em um palco coletivo. 

A programação completa pode ser conferida no site fundacaodecultura.ms.gov.br.  

 


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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