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Festival Internacional Sesc de Música, em Pelotas, segue até dia 30

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Um dos maiores eventos de música de concerto da América Latina, o Festival Internacional Sesc de Música segue até o dia 30 de janeiro em Pelotas no Rio Grande do Sul.

A edição de número 14 do festival começou com a ópera “Em Busca das Paisagens Perdidas” da Companhia de Ópera do Rio Grande do Sul em homenagem a Jayme Caetano Braun, poeta e pajador gaúcho.

Entre as atrações, estão o Grupo de Harpas Guarani do Vale do Taquari, e o concerto “Radamés a Cinco” no Theatro Guarany, numa homenagem aos 120 anos do compositor Radamés Gnattali, conhecido por fazer a ponte entre a música erudita e a popular.

Além dos concertos e recitais para o público em geral, o evento também oferece cursos de instrumentos, prática de orquestra, banda sinfônica e música de câmara para estudantes.

Para comemorar seus 80 anos, o Serviço Social do Comércio lança, este ano, o projeto Orquestra Sesc Jovem Brasil, com 50 músicos de 11 estados. A estreia do projeto acontece na próxima quarta-feira, dia 28, no palco do Theatro Guarany.

Ao longo de treze dias de programação, o Festival Internacional Sesc de Música reúne professores de 12 países e mais de trezentos alunos.

São mais de cem espetáculos gratuitos, mas é necessário retirar ingressos antes na bilheteria do Theatro Guarany ou pelo site sesc-rs.com.br/espetaculosculturais.

Programação completa no site sesc-rs.com.br/festival.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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