Cultura
Festival de Parintins (AM) começa nesta sexta (27), a partir das 20h
Cultura
A espera acabou. Começa oficialmente nesta sexta-feira (27) o 58º Festival Folclórico de Parintins, no coração do Amazonas. A cidade está tomada pelas cores dos bois e pelo calor humano de quem vive essa tradição como uma paixão.

Após meses de preparação e expectativa, o bumbódromo se transforma novamente no palco de um dos maiores espetáculos a céu aberto do Brasil.
Caprichoso convida público a se reconectar com raízes ancestrais
Este ano, o boi Caprichoso leva a arena o tema “É tempo de retomada”. Uma narrativa que convida o público a reconexão com as raízes ancestrais, a espiritualidade indígena e a força da natureza. A proposta azulada foca no resgate da identidade e na construção de vínculos com a cultura amazônica.
Garantido exalta a força simplicidade e força da comunidade
Do outro lado, boi Garantido, aposta no enredo “Boi do Povo, Boi do Povão”, que exalta o sentido popular, a simplicidade e a força da comunidade. A proposta vermelha valoriza as tradições ribeirinhas e apresenta o boi como símbolo de luta, afeto e pertencimento.
E a cidade de Parintins já respira o clima do festival a semanas, mas a emoção tomou conta de vez ontem à noite com a tradicional festa dos visitantes e é hoje que começa a disputa.
Apresentações começam às 20h
O boi Garantido abre a primeira noite a partir das 20h. Seguido pelo Caprichoso, que entra 45 minutos depois, às 23h15. Cada boi tem 2h30 para se apresentar e encantar jurados e torcedores em três noites decisivas.
A energia que move a ilha é única: uma mistura de tradição, fé, arte e orgulho regional.
Cultura
Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos
Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.
Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.
Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.
A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.
A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.
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