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Festival de Artes Cênicas reúne artistas de quatro continentes

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Salvador recebe até o próximo dia 2 de novembro a 16ª edição do Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia, que reúne artistas da Bahia, do Brasil, da África e da Europa.

Com o tema “Que Bahia é essa?”, o festival propõe um mergulho nas urgências do mundo contemporâneo e nas múltiplas identidades que o estado baiano carrega em sua formação.

Espaços culturais da capital baiana — como o Teatro Sesc-Senac Pelourinho, o Museu de Arte Contemporânea e os teatros Gamboa e Cambará — serão palco da programação composta por 15 espetáculos de artistas nacionais de Manaus, Fortaleza, Recife, Feira de Santana e Salvador, além de grupos de fora do Brasil vindos de Camarões, França, Burkina Faso e Burundi.

Entre os espetáculos, fazem parte da programação o musical pernambucano “Luiz Lua Gonzaga”, a performance “A Ópera do Aldeão”, de Camarões, e a peça francesa “A Verdade Vencerá”. Os baianos estarão representados no festival com o espetáculo infantil “Meninas Contam a Independência”, a apresentação de dança “Dembwa” e a peça “Ana e Tadeu”.

A programação também conta com oficinas, lançamentos de livros e o Seminário Internacional de Curadoria e Mediação. Os detalhes estão disponíveis no Instagram oficial do evento: @fiacbahia.




Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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