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Exposição O Reinado do Riso estreia em Recife

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Depois de passar por Brasília, a exposição “O Reinado do Riso” estreia nesta terça-feira (5) na Caixa Cultural de Recife, em Pernambuco. A exposição mostra como o riso e o brincar ajudam a manter vivas as tradições populares.

A mostra reúne trabalhos que dão um panorama da diversidade da cultura popular presente nas cinco regiões do país, tendo como recorte a presença do riso e da comicidade. São coleções de fantasias, mamulengos, fantoches, esculturas em madeira, pinturas e fotografias que registram como o riso e a brincadeira contribuem com a manutenção de festas como Carnaval, Folia de Reis, Bumba Meu Boi, circo, teatro de bonecos, literatura de cordel, entre outras. Outra faceta da exposição é jogar luz sobre como a comicidade presente nas obras dos artistas são também uma forma de denúncia, resistência e crítica.

Estão expostos trabalhos do pintor Bajado, do artista Julião das Máscaras, dos bonequeiros Silvio Botelho, de Mestre Solon, as fotografias de Maria do Carmo Buarque de Hollanda, que registram o Carnaval de Olinda de 1986. Outros nomes presentes são os artistas Neuza Leodóra, Antonio de Oliveira, José Fernandes dos Santos, Manuel Batista, Sebastião Cláudio Borges, Zé do Lode, Abel Texeira e Bil Bonequeiro.

A exposição “O Reinado do Riso” aconteceu pela primeira vez em 2012, no Museu de Folclore Edison Carneiro, no Rio de Janeiro. Este ano, a mostra ganhou nova expografia, com curadoria do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular. 

Depois de Brasília e Recife, a expectativa é que a nova montagem circule até o final de 2028 pelas demais unidades da Caixa Cultural em Fortaleza, Salvador, Belém, São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro.

Na capital pernambucana, as obras ficarão em exposição até o dia 5 de julho. 


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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