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Exposição no Rio traz universo de Machado, João do Rio e Lima Barreto

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Quem passar pela estação de metrô Uruguaiana, no centro do Rio de Janeiro, a partir desta segunda-feira (20), poderá conhecer um pouco mais do universo de três grandes escritores brasileiros: Machado de Assis, João do Rio e Lima Barreto. 

O MetrôRio, em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura e como parte da programação Rio Capital Mundial do Livro, sedia a exposição ‘Um Rio de Autores’, que reúne imagens da capital carioca sob os olhares desses diferentes escritores.

Cada um deles transformou a cidade em matéria literária, cenário simbólico e personagem viva, revelando o espírito do local, em constante transformação. A mostra apresenta a cidade das sutilezas machadianas, dos espetáculos de João do Rio e das denúncias de Lima Barreto.

As imagens e referências utilizadas foram selecionadas no Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, que guarda e preserva a memória histórica da capital fluminense.

A exposição “Um Rio de Autores” pode ser vista até o dia 20 de novembro na estação Uruguaiana/Centro, de segunda a sábado, das 5h à meia-noite; e aos domingos e feriados, das 7h às 23h. 


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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