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“Evidências” foi a música mais tocada nos palcos em 2025

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A gente ouve “Evidências”, de autoria de Jose Augusto e Paulo Sergio Valle, na voz da dupla Chitãozinho e Xororó. Um sucesso de 1990 que, mesmo três décadas depois, continua sendo hit não só entre o público de karaokê, mas entre os próprios cantores.  A prova é o levantamento do ECAD feito para celebrar o Dia Mundial do Compositor, comemorado nesta quinta-feira, 15 de janeiro. O dia nacional é só em outubro.

O ranking de músicas mais tocadas nos palcos em 2025 mostra “Evidências” em primeiro lugar na preferência dos artistas. Na sequência vem “Boate Azul”, de autoria de Benedito Seviero e Aparecido Tomás, seguida de “Não Quero Dinheiro”, de Tim Maia. A lista traz ainda, entre as dez mais, sucessos como “Anna Julia”, de Marcelo Camelo, e “Ainda ontem chorei de saudade”, de Moacy Franco.

O ranking, segundo o ECAD, é uma homenagem a quem transforma histórias, emoções e experiências em canções que atravessam gerações e fazem parte da identidade cultural do país. Foram considerados apenas os shows do ano passado e, é claro, aqueles que pagaram os direitos autorais de execução pública musical ao serviço de arrecadação, o ECAD.
 


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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