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Estudantes fazem apresentação de ópera à população de São Luís

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O trecho da ópera Carmen de Bizet é famoso. Muita gente já ouviu em filmes, desenhos ou comerciais. Mas, no próximo domingo, a famosa ópera francesa, que completa 150 anos, poderá ser vista ao vivo e de graça em praça pública no centro histórico da capital maranhense. E melhor, será encenada por 300 estudantes entre 7 e 9 anos, de quatro escolas da rede municipal de São Luís. 

O projeto “Ópera para Todos” é uma iniciativa que une a apreciação de música erudita e o processo de alfabetização das crianças. E já faz parte do calendário cultural da capital maranhense, como explica Celes Murá, idealizadora do projeto. “A ópera, com seus textos vívidos, com suas histórias intensas, transbordam para a leitura e para a escrita, nesse projeto que junta arte e alfabetização”, conta.

Em 2003, o projeto “Ópera para Todos” recebeu o prêmio Darcy Ribeiro de Educação. Os ensaios gerais desse ano já estão sendo realizados na Praça Maria Aragão e servem para as crianças irem se acostumando com o local, onde se apresentarão para cerca de 2.000 pessoas. A apresentação é fruto de um trabalho de meses que convida as crianças a entrarem no universo da arte, da leitura e da escrita. Ela acontece neste domingo, às 19h, na Praça Maria Aragão, centro da capital maranhense.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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