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Em Minas Gerais, Ano JK celebra legado de Juscelino Kubitschek

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A Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais e a Fundação Clóvis Salgado divulgaram, nesta quarta-feira (25), a programação do Ano JK, que celebra o legado de Juscelino Kubitschek, prefeito de Belo Horizonte entre 1940 e 1945, governador de Minas entre 1951 e 1955 e presidente da República entre 1956 e 1961. Conforme a secretaria, exposições, mostras, filmes e documentários fazem parte do programa.

Segundo o presidente da Fundação Clóvis Salgado, Sérgio Rodrigues, JK foi responsável direto pela construção do Palácio das Artes e por valorizar a cultura de Minas:

“Foi JK que implantou aqui em Minas, e depois em Brasília, esse paradigma do modernismo. Até então, a cultura nossa ficava muito tímida em relação ao que estava acontecendo no mundo todo, e vem JK e propõe essa revolução que até hoje permanece. Lembrando desse homem e dessa personalidade, que deve inspirar tantos outros brasileiros, sobretudo neste ano em que a gente vai escolher os nossos representantes.”

Ainda segundo Sérgio Rodrigues, vários espaços culturais do estado e de instituições parceiras participarão das celebrações:

“Todas as artes vão estar unidas aqui para celebrar o JK em mostras de filmes, que a gente vai trazer vários documentários do JK, também exposições, seminários, reflexões. E a gente vai culminar numa grande festa, que é a apresentação da Chica da Silva, uma ópera inédita. A programação já começa dia 28 agora, com o Palácio da Liberdade, com uma visita mediada lembrando o JK, e segue aí o ano inteiro.”

Morte

O ano JK marca os 50 anos da morte do ex-presidente, que faleceu em um acidente de carro na rodovia Presidente Dutra, a atual BR-116, em agosto de 1976. Ele tinha 73 anos.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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