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Dia Internacional da Dança é comemorado em 29 de abril

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Celebrado em 29 de abril, o Dia Internacional da Dança destaca a importância dessa expressão artística presente em diferentes culturas. A data também chama atenção para a necessidade de mais incentivo para o setor. O professor de dança Lucas Kzan reforça os benefícios da prática. 

“A dança, para mim, representa a liberdade de expressão e conexão. É uma forma de  comunicar sentimentos e histórias sem precisar de palavras. Também me ensinou disciplina, foco e autoconfiança. Sobre a minha trajetória, comecei por curiosidade e paixão pela música. No início, eu dançava de forma informal, observando vídeos e participando de eventos. Depois, eu fui buscando aulas e treinos e oportunidade para evoluir tecnicamente na dança”.

 Além de promover saúde e bem-estar, a dança também fortalece a autoestima, estimula a convivência social e amplia oportunidades para crianças, jovens e adultos. Lucas Kzan reafirma que a arte é capaz de transformar vidas. 

“Um dos maiores desafios que eu enfrentei foi lidar com a insegurança, comparações e momentos de desânimo. E além disso, manter a constância nos treinos e superar as limitações físicas, que exigem muita dedicação”. 

Criada pela Unesco em 1982, a comemoração busca valorizar profissionais da área e incentivar políticas públicas que garantam mais acesso à dança em escolas, projetos sociais e espaços culturais.

 


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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