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Dia do Compositor é celebrado em 15 de janeiro

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O Pará tem grandes representantes da nossa cena musical, cujas composições e ritmos autênticos se baseiam na rica cultura, tradição e história do nosso estado.

Um exemplo é o músico, escritor e poeta paraense Renato Torres. Ele começou na poesia durante a adolescência, e, no fim dos anos 80, ingressou na música e integrou várias bandas de Belém. Torres comenta qual é a principal ferramenta que um compositor deve ter. 

“Acho que a principal ferramenta é encontrar o prazer, a alegria de fazer aquilo, entender como isso nos ajuda — a nós que criamos, que compomos — como isso nos ajuda a ir melhorando, humanamente falando.”

O Dia Mundial do Compositor foi instituído inicialmente no México, em 1945, em comemoração à Fundação da Sociedade de Autores e Compositores do México. A celebração se espalhou por outros países a partir de 1983, momento em que se tornou de fato mundial.

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O compositor é a mente criativa que dá vida às músicas, que se inspira para criar letras e arranjos que toquem o coração das pessoas. É dessa forma que os cantores e os grupos musicais se conectam com o público, que se identifica e se cativa. Antes de chegar aos ouvidos, a melodia nasce no silêncio da alma de quem cria.

O Dia Mundial do Compositor, comemorado em 15 de janeiro, homenageia estes artistas.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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