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Devotos celebram padroeira de Recife

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A Capital pernambucana celebra há mais de 325 anos a festa de Nossa Senhora do Carmo, padroeira da cidade. Os festejos começaram no último dia 06 de julho, e tem nesta quarta-feira (16) o ponto alto das celebrações.

Milhares de devotos devem comparecer à Basílica do Carmo, que fica no bairro Santo Antônio, e também ao Claustro do Convento e à Igreja da Ordem Terceira do Carmo, para participar das 25 missas que começaram a ser celebradas desde às quatro da madrugada de hoje (16).  A expectativa é que este ano 1,5 milhão de fiéis passem pelo templo religioso durante os 11 dias de festejos da padroeira.

Logo mais, às 16h30, será realizada a Missa Solene Campal, presidida por Dom Paulo Jackson, Arcebispo Metropolitano da Arquidiocese de Olinda e Recife. Em seguida, acontece a secular procissão luminosa, onde os fieis saem em cortejo com a imagem de Nossa Senhora do Carmo Peregrina, percorrendo as principais avenidas do centro do Recife, saindo e retornando ao Pátio do Carmo. Às 19h30 começam os shows culturais no Pátio do Carmo.

Pelo canal do youtube da Basílica do Carmo é possível acompanhar os ritos religiosos. O endereço é youtube.com/tvcarmelo.

Em 2026, a Festa do Carmo completa 330 anos de existência.      

O Conjunto Arquitetônico, que inclui a Basílica e Convento Nossa Senhora do Carmo em Recife, é tombado como Patrimônio Histórico Nacional pelo Iphan desde 1938. 


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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