Cultura
Centro Histórico de Salvador tem programação de Dia do Forró no sábado
Cultura
O Centro Histórico de Salvador recebe neste sábado um show especial em celebração ao Dia do Forró. O encontro vai reunir os cantores Jeanne Lima, Tico e Luana Ingry, que revela as suas expectativas para a apresentação. “Ah, eu estou com a expectativa assim, altíssima, né? Estou super empolgada”. 

Para a noite dedicada ao Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, a cantora preparou um repertório especial que mescla músicas autorais e clássicos do forró. “Eu trabalho com estilo de forró tradicional, então eu toco xaxado, xote, baião, coco, arrasta-pé, o forró mesmo. Então, a gente trabalha com uma mescla. E eu trago para o meu repertório, músicas de compositores, de artistas que eu me identifico muito. Como Luiz Gonzaga, como Jackson do Pandeiro, Marinês, Elba Ramalho, claro, sem esquecer também das atuais. No estilo mais atualizado, como Dorgival Dantas. Tem música de Del Feliz, de Quininho de Valente, de Adelmario Coelho e as músicas autorais também”, diz.
Forrozeira de coração, a soteropolitana confessa como se apaixonou pelo ritmo, aclamado pelo Rei do Baião: “Desde pequenininha, na verdade. Meus tios, eles tocam violão, cantam, mas a minha mãe, ela, ela é uma pessoa que ela gosta muito de música. E eu cresci ouvindo isso. Luiz Gonzaga, Clemilda, Marinês, Jackson do Pandeiro, Trio Nordestino”, completa.
O show com a participação de Luana Ingry é aberto ao público e acontece amanhã a partir das 19h no Largo Quincas Berro D’Água no Pelourinho.
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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos
Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.
Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.
Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.
A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.
A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.
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