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Caetano e Maria Bethânia levam Grammy de melhor álbum da música global

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Mais um prêmio pra Cultura Nacional, para a música brasileira e para um reencontro histórico de dois irmãos.

Estamos falando de Caetano Veloso e Maria Bethânia, que venceram neste domingo (1º) o Grammy Awards 2026 na categoria Melhor Álbum de Música Global com o disco Caetano e Bethânia Ao Vivo. Um registro da turnê que os dois fizeram pelo Brasil em 2024 e 2025, sempre com ingressos esgotados.

O trabalho reúne sucessos das trajetórias individuais dos dois artistas, como Gente Reconvexo e Vaca Profana, além de uma versão inédita de Fé, composição de Iza numa releitura dos irmãos.

Em Los Angeles a apresentadora Dee Dee Bridgewater recebeu o gramofone dourado pela dupla, já que os dois não viajaram para os Estados Unidos.

A entrega do prêmio de Melhor Álbum Global aconteceu na cerimônia que antecede a transmitidas pela TV. 

Aqui no Brasil, Caetano estava deitado quando recebeu a notícia e ligou para a irmã. Registro divulgado pelas redes sociais.

Para Maria Bethânia, o primeiro Grammy representa a consagração internacional após décadas de carreira. Para o Caetano, já é o terceiro Grammy


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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