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Brejo paraibano recebe festival Raízes do Brejo até domingo

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A cerca de duas horas e meia da capital paraibana, João Pessoa, existe uma região que surpreende quem imagina o Nordeste apenas como terra de sol forte e paisagem seca. É o Brejo paraibano, uma área de clima ameno que recebe turistas de todos os lugares, interessados em conhecer a história, arte, tradições, costumes e gastronomia local.

O turismo cultural fortalece a economia de cidades da região por meio de eventos como o Raízes do Brejo, que em sua 7ª edição movimenta dez cidades com programação gratuita. A iniciativa é promovida pelo Fórum Regional de Turismo Sustentável do Brejo Paraibano, com apoio do Governo do Estado. De acordo com a organização, o evento leva em média dez mil pessoas a cada município participante, totalizando cerca de cem mil visitantes. O Raízes do Brejo gera emprego e renda, valoriza o comércio, o artesanato e os artistas da região, como destaca o presidente do Fórum Regional, Josenildo Fernandes.

“A partir do momento que a gente divulga o município, leva turistas, pessoas para o município em busca desse evento, eles acabam divulgando o município como um todo. Então a rota, ela é bem importante para a divulgação do turismo local, como também aquecer a economia, como toda essa economia que vai gerando a partir dos pequenos negócios, dos artesãos, dos ambulantes que vendem, e também ativar negócios como pousadas, receptivos, guias de turismo”, diz

A sétima edição do Raízes do Brejo termina no dia 28 de dezembro, no município de Pilõezinhos.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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