Cultura
Brasil se despede de Francisco Cuoco, um dos atores mais carismáticos
Cultura
Está sendo velado em SP, nesta sexta-feira (20), o corpo do ator Francisco Cuoco. O velório, que é aberto ao público, acontece até às 15h, no Funeral Home, na Bela Vista, centro da capital paulista. A partir das 16h, acontece o sepultamento, então reservado apenas para familiares e amigos.

Um dos mais carismáticos atores de telenovelas do Brasil, Francisco Cuoco morreu nessa quinta-feira, aos 91 anos de idade, de falência múltipla dos órgãos. Ele estava internado no Hospital Albert Einstein.
Paulistano do Brás, na capital paulista, de família de imigrantes italianos, Cuoco nasceu em 1933.
Foram mais de 60 anos de carreira artística, em atuações para televisão, teatro e cinema. A primeira aparição em uma telenovela foi na TV Record, em Marcados pelo Amor, de 1964.
A partir da década de 1970, Cuoco começou a atuar em produções da TV Globo, onde viria a ganhar fama como um dos principais galãs da emissora. Entre seus personagens mais famosos está o taxista Carlão, de Pecado Capital, em 1975. Ele brilharia também em Selva de Pedra, em 1972, e O semideus, no ano seguinte, e depois dezenas de outros trabalhos.
Em nota nas redes sociais, os familiares postaram que: “É com pesar e consternação que a família comunica o falecimento do ator Francisco Cuoco. Ele estava com a família e partiu de forma tranquila e serena. Agradecemos a todas as mensagens de pesar e manifestações de carinho”.
Cultura
Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos
Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.
Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.
Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.
A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.
A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.
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