Cultura
Blocos, shows e cortejos marcam a segunda de Carnaval em Brasília
Cultura
O carnaval tomou conta das ruas da capital do país. Ao longo dos dias de festa, mais de 70 blocos espalhados por diversos cantos de Brasília prometem animar os foliões.

Tem muita animação, música para todos os gostos, gente de todas as idades e fantasias para lá de criativas. Três grandes espaços têm programação na tarde e na noite desta segunda-feira (16).
No Setor Carnavalesco Sul, Circuito Brasília em Folia, no setor Comercial Sul, a programação é bem diversificada. Tem a apresentação dos blocos Passo Largo, Lambada de Serpente e do Afeto. Também vai haver shows de bandas, aparelhagem de som e DJs, além de um cortejo com baterias de escolas de samba.
O cantor Felipe Cordeiro é o convidado do bloco Bora Coisar e faz um convite para o show às 20h. “Eu estarei no bloco amazônico Bora Coisar, da maravilhosa Emília Monteiro, nesta segunda-feira de Carnaval, dia 16, para incendiar o Setor Carnavalesco Sul. Eu quero te ver demais, Brasília. Vem! Muitos ritmos quentes do Norte: guitarrada, lambada, brega, carimbó. Te vejo lá, vem pro Bora Coisar.”
Na plataforma Carnaval Monumental, na área externa do Museu da República, a festa será comandada pelos blocos Na Batida do Morro e Baile Brega. No Gran Folia 2026, na Esplanada dos Ministérios, a festa fica por conta das bandas Batucada dos Raparigueiros, Podre do Pacotão, Mamãe Taguá e a Orquestra Popular Menino de Ceilândia.
E a diversão continua para a criançada com o bloco Baratinha, no Parque da Cidade.
Cultura
Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos
Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.
Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.
Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.
A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.
A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.
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