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Bloco Pacotão traz irreverência no último dia do Carnaval em Brasília

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A rua chama, o deboche responde e Brasília entra no compasso da folia! Esse é o lema do Pacotão, um dos blocos mais tradicionais e irreverentes da capital do país, que entra em cena nesta terça-feira (17/2). Há quase 50 anos, o bloco, criado por jornalistas, garante a alegria dos foliões com muita sátira, crítica política, marchinhas e fantasias criativas. A concentração começa ao meio-dia, na entrequadra 302/303 Norte. Por volta das quatro da tarde começa o cortejo, na contramão, rumo à Esplanada dos Ministérios.

Mais de 15 bloquinhos marcam a despedida do Carnaval na capital. Entre eles, o THC – Techno House Carnaval, no Setor Bancário Sul, e o bloco de pífanos Ventoinha de Canudo, com muito forró, marchinhas e dança, na 207 Norte. Tem ainda o Coisa de Pele, no Setor Carnavalesco Sul, e o As Leis de Gaga, no Museu Nacional da República.

Para os roqueiros, há uma programação especial. O bloco Porão do Rock garante a folia na Galeria dos Estados. Tem apresentação da Ska Niemeyer, com banda de metais, e do bloco Ritalleena, um tributo à Rainha do Rock, Rita Lee.

Para encerrar, o Galo Cego, com seus 30 ritmistas, batucada pesada e repertório que vai de Beth Carvalho a Raimundos. E lá em Planaltina, região administrativa do Distrito Federal, tem o tradicional Carna Rock, com a apresentação de diversas bandas.
 


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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