Cultura
Belém (PA) recebe Seminário de Palhaçaria, que vai até 14 de dezembro
Cultura
Vai começar mais uma edição do Seminário de Palhaçaria de Belém, que chega ao seu nono ano como um dos principais espaços de reflexão e troca sobre a arte da palhaçaria, o circo e a comicidade popular na Amazônia.

O evento acontece até o dia 14 de dezembro na capital paraense e promete reunir artistas, pesquisadores, estudantes e comunidades em torno de práticas e saberes que atravessam a atuação artística, o ensino, aprendizagem e a vida cultural da cidade, como revela a atriz, palhaça e produtora cultural Romana Melo:
“A gente vai estar ofertando oficinas, espetáculos, vai ter roda de conversa, além de comunicações de pesquisas acadêmicas na linguagem da palhaçaria, em todo o universo do circo.”
Organizado pelo grupo de pesquisa o Clown Nosso de Cada Dia, da Escola de Teatro e Dança da Universidade Federal do Pará (ETDUFPA) e sob a coordenação do professor doutor Marto Maués, o seminário reafirma a sua importância como espaço de diálogo e experimentação, fortalecendo a palhaçaria como linguagem artística e como prática social.
Cultura
Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos
Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.
Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.
Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.
A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.
A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.
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