Cultura
Balé Teatro Castro Alves comemora 45 anos com diversas apresentações
Cultura
Um dos principais grupos de dança da Bahia, o Balé Teatro Castro Alves está completando 45 anos e tem várias apresentações neste mês de abril. Uma delas é o espetáculo “Verivérbio”, em cartaz nestas quinta (9), sexta (10) e sábado (11) e também nos dias 23, 24 e 25 de abril, sempre a partir das 19h, no Goethe-Institut Salvador, localizado no Corredor da Vitória. Haverá apresentações também no Centro Cultural da cidade de Santo Antônio de Jesus, no dia 17 de abril, e no Sesc de Feira de Santana, no dia 29 deste mês.

A montagem investiga o ato de falar como uma manifestação múltipla, que transcende a emissão verbal. Em cena, a palavra se transforma em gesto, ritmo e respiração, propondo uma dança que emerge como uma “fala sem voz”.
Aulas abertas
Desde o início de abril, estão ocorrendo também, no Espaço Xisto Bahia, aulas abertas de pilates, balé clássico e alongamento, sempre às 13h, conduzidas por bailarinos da companhia. A iniciativa é gratuita e voltada para artistas da dança e pessoas com nível intermediário e avançado. O calendário das aulas abertas está disponível no perfil do balé no Instagram.
Balé Teatro Castro Alves
O Balé Teatro Castro Alves foi fundado em 1981 e faz parte do corpo artístico do Teatro Castro Alves, localizado em Salvador, na Bahia. O grupo é a primeira companhia pública de dança do eixo Norte-Nordeste e a quinta companhia de dança no Brasil. Nesses 45 anos de história, ele passou a ser referência na dança moderna e contemporânea e já apresentou mais de 100 montagens de importantes coreógrafos.
Cultura
Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos
Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.
Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.
Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.
A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.
A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.
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