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Artistas paraenses apresentam cotidiano amazônico em exposição

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Nesta quarta-feira (9), o Centro de Cultura e Turismo Sesc Ver-o-Peso de Belém lança, às 19h, a edição de 2025 da exposição coletiva Imagens Cotidianas, reunindo obras de cinco artistas e fotógrafos paraenses que exploram, por meio de fotografias, desenhos e ilustrações, as múltiplas realidades vividas nas comunidades urbanas, ribeirinhas, quilombolas e indígenas da Amazônia. 

A proposta é provocar reflexões sobre o cotidiano amazônico a partir de olhares sensíveis e autorais que revelam camadas profundas da vivência na região.

Foram selecionadas obras que retratam as histórias, desafios e culturas da Amazônia. A exposição tem visitação aberta ao público com foco especial em artistas, fotógrafos, fotos, jornalistas interessados em artes visuais e cultura amazônica.

O artista Matheus Duarte faz o convite para exposição e para conhecer a produção dele. 

“Lá vou estar expondo, junto com outros artistas, algumas obras de uma série chamada ‘Pretos Azulados: estudos de azuis, brancos e cinzas’. Esse nome vem de uma ironia, de um termo que é pejorativo.  Então na série eu faço um compilado de retratos azuis que mostram uma melancolia na vivência do povo amazônico negro, fazendo com que o corpo conte uma história e mostre o peso da vivência do povo da Amazônia.”

A entrada é de graça e o espaço conta com recursos de acessibilidade como audiodescrição e interpretação em libras. A visitação é sempre de terça a sábado das 9h às 18h, aos domingos das 9h às 13h.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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