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Ao Rei Momo, a chave da cidade: Rio já está sob comando da Corte Real

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O prefeito Eduardo Paes entregou nesta sexta-feira (13) as tradicionais chaves da cidade ao Rei Momo Danilo Vieira, marcando oficialmente a abertura do carnaval no Rio de Janeiro. A cerimônia aconteceu no Palácio da Cidade, em Botafogo, na Zona Sul da capital.  

A Corte Real será a responsável por comandar a folia nos próximos dias, marcando presença nos principais eventos carnavalescos na cidade. 

A abertura também contou com apresentações da bateria da Escola de Samba Beija-Flor de Nilópolis, campeã do Carnaval do ano passado, e da banda da Guarda Municipal do Rio. O presidente da Riotur, Bernardo Fellows, afirmou que o Carnaval está diretamente ligado à forma como o Rio construiu sua identidade e força.

Além do Rei Momo, estiveram presentes na cerimônia Tia Surica; a Rainha do Carnaval 2026, Caroline Xavier; as Princesas Samara Trindade e Luana Fernandes; e a Corte LGBT+ do carnaval, composta pelo muso John Sorriso, pela musa Viviane Carvalho e também pela cidadã não-binária Wend.

O evento teve, ainda, a participação da família Candonga, guardiã da chave da cidade entregue ao Rei Momo, e representantes das Associações das Velhas Guardas das escolas de samba cariocas.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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