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Alvorada na Lapinha inicia comemorações do 2 de Julho na Bahia

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As comemorações dos 202 anos da Independência do Brasil na Bahia começaram com a tradicional alvorada no Largo da Lapinha. A cerimônia oficial com o hasteamento das bandeiras e a execução do hino nacional contou com a presença do governador Jerônimo Rodrigues:

“A Bahia é o coração da independência e isso não se trata de fazer disputa com nenhum estado. O desejo é que realmente o Brasil entenda isso, cada luta e mais. Os heróis nossos não são os heróis portugueses, são os heróis brasileiros.”

O presidente da Fundação Gregório de Mattos, Fernando Guerreiro, esteve presente na abertura oficial das comemorações, que se estendem até 13 de julho.

“A minha ideia sempre, enquanto gestor da fundação, é tentar trazer o 2 de Julho para mais perto da nova geração, porque é uma geração que ainda conhece pouco a festa.”

A moradora do bairro da Lapinha, Simone Nogueira, sempre participou das comemorações do 2 de Julho.

“De uma certa forma, é orgulho para o brasileiro, baiano e de uma certa forma, quem mora aqui na Lapinha também, porque a Lapinha agora virou um bairro. Então é um orgulho.”

A programação continua no Largo do Campo Grande e encerra com o encontro de filarmônicas, às 17h30.

Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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