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16 filmes estão na lista para representar Brasil no Oscar 2026

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A Academia Brasileira de Cinema divulgou a pré-lista com 16 filmes para escolher o representante brasileiro ao Oscar 2026 que irá representar o país na categoria Melhor Filme Internacional.

Entre os filmes inscritos estão “Oeste Outra Vez”, vencedor em várias categorias no Festival de Gramado do ano passado; “Vitória”, estrelado pela atriz Fernanda Montenegro; “O Último Azul”, vencedor do Urso de Prata do Festival de Berlim 2025; “O Agente Secreto”, que venceu dois prêmios na edição mais recente do Festival de Cannes; e o filme “Manas”, que recebeu mais de 20 prêmios em festivais de cinema internacionais.

Agora, a Academia Brasileira de Cinema vai formar a Comissão de Seleção composta por 15 pessoas: 12 sócios da Academia e outros três membros indicados pela diretoria do colegiado. Esse grupo será responsável pela escolha do filme brasileiro que irá representar o país no Oscar do ano que vem.

A comissão vai se reunir remotamente no próximo dia 8 de setembro de 2025 para a escolha de seis títulos entre todos os inscritos. Uma nova reunião acontece na semana seguinte, dia 15, para a decisão final do título brasileiro que irá concorrer à vaga de Melhor Filme Internacional.

O anúncio oficial dos indicados ao Oscar sai no dia 22 de janeiro do ano que vem. A cerimônia de entrega das estatuetas está marcada para 15 de março.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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