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Várzea Grande quer parceria com Sebrae para incentivar desenvolvimento econômico e social

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Ao final do encontro, ficou definido que os próximos passos para formalização da parceria e instalação da unidade do Sebrae em Várzea Grande serão tomados de forma imediata

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), recebeu na tarde desta segunda-feira (30), em seu gabinete, uma comitiva do Sebrae/MT com uma proposta clara: aproximar a instituição do Município, fortalecer a gestão pública e promover uma transformação real por meio do empreendedorismo, inovação, sustentabilidade e inclusão social. A proposta central inclui a instalação de uma unidade do Sebrae em Várzea Grande, prontamente aceita pela prefeita.

“Quero, sim, uma unidade do Sebrae em Várzea Grande. Precisamos de ajuda para políticas públicas reais, apoio em todas as áreas. Tenho a missão de trazer um diferencial para nossa cidade”, afirmou a prefeita, ao destacar os desafios enfrentados e sua intenção de impulsionar áreas como o turismo, a economia local e o fortalecimento das mulheres e dos jovens em situação de vulnerabilidade.

Durante o encontro, a diretora-superintendente do Sebrae/MT, Lélia Brun, apresentou os principais programas da instituição e reforçou o potencial transformador da parceria. “Estamos aqui para colocar à disposição ferramentas poderosas como o ‘Cidade Empreendedora’, onde o Sebrae atua, com governança, empreendedorismo e desenvolvimento. Podemos personalizar as ações conforme as necessidades de Várzea Grande”, destacou.

Lélia também enfatizou a atuação do Sebrae na educação empreendedora, sustentabilidade, capacitação de empresas locais para participarem de compras públicas e programas de inclusão produtiva. “Levamos uma visão de futuro que conecta o Município com seus potenciais, melhorando o ambiente de negócios e promovendo crescimento com impacto social real”.

A equipe técnica do Sebrae, composta por André Schelini (diretor técnico), Roberto Dahmer (diretor de Administração e Finanças) e Sandro Rossi (gerente de Relações Institucionais), apresentou detalhes do programa Cidade Empreendedora, que atua em diversos eixos estratégicos, como simplificação de processos, acesso ao crédito, inovação, empreendedorismo nas escolas e apoio à implementação da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas.

“O Cidade Empreendedora é um projeto de transformação. Fazemos diagnóstico, criamos ações estratégicas, capacitamos gestores públicos e empresários e monitoramos resultados. O objetivo é fortalecer o município, gerar emprego, renda e qualidade de vida”, explicou André Schelini.

Outro destaque da reunião foi o Programa Força Mulher, voltado ao fortalecimento do empreendedorismo feminino, com capacitações práticas em parceria. O programa trabalha autoestima, autonomia e geração de renda para mulheres em situação de vulnerabilidade.

“O Força Mulher é uma resposta direta à necessidade de inclusão social. Ele ajuda mulheres a descobrirem seu potencial e criarem seus próprios caminhos por meio do empreendedorismo”, afirmou Lélia Brun.

A prefeita, ao ouvir sobre o projeto, fez questão de reforçar sua preocupação com as mulheres e os jovens que mais precisam. “Temos bairros onde os jovens estão à mercê do tráfico. As mulheres estão vulneráveis. Precisamos de soluções que empoderem essas pessoas, que mostrem que há uma saída. A política pública precisa chegar na ponta e transformar vidas”, afirmou.

Ao final do encontro, ficou definido que os próximos passos para formalização da parceria e instalação da unidade do Sebrae em Várzea Grande serão tomados de forma imediata. A gestão municipal demonstrou total interesse em implementar as ferramentas oferecidas pelo Sebrae e fazer da cidade um modelo de desenvolvimento e inclusão. “Vamos construir essa parceria. Várzea Grande está aberta ao novo, ao moderno, à transformação que mude a realidade da nossa gente”, concluiu a prefeita Flávia Moretti.

A prefeita foi convidada a participar de 11 a 13 de agosto de um encontro de prefeitos que será organizado pelo Sebrae.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande amplia inclusão e anuncia novas medidas para crianças neurodivergentes e PCDs

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A noite desta segunda-feira (31) foi marcada por acolhimento, escuta e novas perspectivas para famílias de crianças neurodivergentes e pessoas com deficiência em Várzea Grande. Realizado no Complexo Esportivo Fiotão, o 1º Encontro Intersetorial com as Famílias Atípicas reuniu famílias, profissionais e representantes das áreas de Educação, Saúde e Assistência Social para apresentar avanços e novas ações voltadas à inclusão no município.

A prefeita Flávia Moretti destacou que a principal proposta da gestão é integrar as três áreas para garantir que as famílias tenham acesso aos serviços de forma mais simples e humanizada.

“Meu sonho é que as famílias atípicas tenham as três secretarias trabalhando juntas: Assistência Social, Saúde e Educação. É isso que estamos construindo. Cada passo que damos representa uma evolução e mostra que estamos avançando para garantir os direitos dessas crianças”, afirmou.

Entre as novidades está a prioridade de matrícula para crianças neurodivergentes e PCDs, que terão acesso ao processo de matrícula dez dias antes da abertura para os demais estudantes. A gestão também anunciou a criação de novas unidades para descentralizar o atendimento especializado e a implantação de salas de recursos multifuncionais nas escolas com maior número de estudantes desse público.

Outra mudança será a criação de um fluxo integrado de atendimento desde a matrícula. A proposta é reunir informações e relatórios da criança durante sua trajetória na rede municipal, garantindo que, ao seguir para a rede estadual, ela leve consigo o histórico necessário para dar continuidade ao atendimento.

“Vamos mudar desde o processo de matrícula. A criança vai ter seu histórico e todo o acompanhamento registrado. Isso é garantir o direito dela desde a entrada na escola”, explicou Flávia.

A proposta também prevê uma comunicação mais próxima entre Educação, Saúde e Assistência Social. Quando professores, coordenadores ou diretores identificarem que uma família precisa de apoio, a própria escola poderá acionar as secretarias responsáveis para encaminhar a demanda.

“Se a escola detectar que aquela família precisa de apoio da Saúde ou da Assistência Social, essas secretarias poderão ser acionadas. A escola será esse canal de comunicação para facilitar o acesso das famílias aos serviços”, destacou a prefeita.

A secretária de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, ressaltou que a construção das políticas públicas precisa partir da escuta das famílias.

“Quem conhece a dor da inclusão é a família que convive diariamente com essa criança. Eu não sou uma mãe atípica e, por mais que consiga dimensionar o tamanho do desafio, nunca vou sentir completamente o que vocês vivem. Por isso, preciso ouvir”, afirmou.

Maria Fernanda lembrou ainda que uma das primeiras ações da gestão foi buscar melhores condições para o atendimento especializado, com a transferência do João Ribeiro para uma sede própria.

Novidades na Saúde

Na área da Saúde, o secretário interino Michael Alves destacou a reestruturação do Centro Especializado em Reabilitação (CER), que passou a funcionar em um espaço com melhores condições de acessibilidade. O município também está construindo uma nova sede do serviço, com previsão de salas sensoriais, fisioterapia, ginásio e ambientes voltados ao desenvolvimento da autonomia.

Outra medida é a descentralização do atendimento, com a Unidade Descentralizada de Reabilitação (UDR) na região do São Mateus, aproximando os serviços das famílias que vivem nas regiões mais afastadas.

Famílias como parte da construção

O encontro também reforçou a importância da participação das famílias na construção das políticas públicas. Para Dina Toledo, presidente do Movimento das Famílias Atípicas de Várzea Grande, a presença dos responsáveis demonstra a importância do diálogo com a gestão.

“Entendemos que estamos sendo ouvidos, e a quantidade de famílias presentes aqui já demonstra a importância desse diálogo”, afirmou.

Atualmente, cerca de 2,3 mil crianças neurodivergentes e PCDs estão matriculadas na rede municipal, número que deve crescer nos próximos anos. Por isso, a prefeita reforçou que a informação precisa chegar a todas as famílias.

“A gente precisa chegar até essas famílias. Quando encontrarem outra família que não veio, levem a informação. Ela terá os mesmos direitos e as mesmas orientações”, pediu Flávia.

Mais do que apresentar novos serviços, o encontro no Fiotão reforçou o compromisso de construir uma rede de atendimento integrada, em que a criança seja acolhida desde a matrícula e tenha seus direitos acompanhados pelas áreas de Educação, Saúde e Assistência Social. O trabalho tem como ponto de partida a escuta das famílias e como objetivo garantir mais inclusão, cuidado e oportunidades.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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