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Prefeitura investe R$ 6 milhões em logística urbana
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De Leste a Oeste, a Prefeitura segue abrindo novos caminhos e pavimentando trechos para melhorar a logística, trazer mais fluidez ao trânsito e garantir travessias mais rápidas, confortáveis e seguras. Com equipes e equipamentos próprios, como a usina que produz o concreto betuminoso usinado a quente (CBUQ), por meio da Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Saneamento (Sintra), o Executivo Municipal está com obras em três vias: a Noêmia Dalmolin, a Claudino Francio, e a Ari Brandão.
Ao todo, o investimento beira os R$ 6 milhões em recursos próprios. “São obras que vão trazer mais dinamismo ao nosso trânsito, facilitando acessos a Sorriso, interligando pontos estratégicos e, o mais importante, trazendo mais segurança a quem trafega nestas vias”, destaca o titular da Sintra, Milton Geller.
Na Noêmia Dal Molin, está sendo pavimentada uma área total de 10.152 m². Com um índice de 55% de execução, a obra deve ser finalizada até dezembro. O investimento neste trecho é de R$ 3 milhões, para pavimentar 540 metros de pista dupla, sendo que cada pista tem 9,4 metros de largura, com um canteiro central de seis metros.
Para estabelecer uma rota mais facilitada à MT-560, na Zona Oeste, a Claudino Francio está sendo duplicada e será interligada à Noêmia, criando assim mais um corredor logístico em direção a Lucas do Rio Verde.
A Claudino está sendo prolongada gradativamente, em quatro trechos. A primeira etapa foi prolongada ainda em 2023. O segundo trecho, com uma área total de 3.370 m², está quase pronto e deve ser entregue ainda no início de setembro. Com um investimento de R$ 685.609,00 estão sendo pavimentados 420 metros de pista dupla com 7,10 metros de largura e canteiro central de 3 metros.
O terceiro trecho, com um total de 2.674,35 m² de pavimento, está com um índice de conclusão de 65%, e deve ser entregue até outubro. Para asfaltar 281 metros de via, igualmente com pista dupla de 7,10 metros e canteiro central de 3 metros, estão sendo investidos R$ 501.125,00.
O quarto e último trecho, que interliga a via à Noemia, deve ficar pronto ainda na primeira quinzena de setembro. “São 2.288 m² de área total pavimentada com CBUQ e a obra está com 60% de andamento”, lista Geller, complementando que o trecho é de 286 metros lineares, com a mesma dimensão de pista e canteiro central dos outros trechos. Neste ponto, o investimento é de R$ 731.203,00.
Ao mesmo tempo em que abre novos caminhos na Zona Oeste, a Prefeitura também torna mais robusta a logística na Zona Leste, com a pavimentação de 363 metros de pista da Ari Brandão, ali na região entre o Residencial Mário Raiter e o Distrito Industrial e Comercial (DIC) Nova Prata. A obra, que está no “finalmente”, vai garantir asfalto em uma área total de 6.444 m², já que a pista tem 19 metros de largura.
“Vale lembrar que, além destes ‘novos’ asfaltos, estamos em trabalho constante para que toda a malha viária urbana do Município esteja em dia, com o serviço de tapa-buracos e revitalização nos trechos já existentes”, afirma o secretário, que igualmente aponta os trabalhos realizados nas estradas vicinais, para garantir que, tanto quem vive na cidade, quanto quem vive no campo, possa ter um “ir e vir” seguro e confortável.
Para acionar a Sintra, apontando pontos que precisam de melhoria, assim como para solicitar outros serviços, a população pode entrar em contato pelo 66 99690-1823.
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Prefeitura dá início à terceira rodada da coleta de resíduos sólidos
Jogar lixo em locais públicos é crime ambiental com base na Lei nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais), especificamente o Art. 54, que prevê reclusão de um a quatro anos e multa para quem causar poluição que possa causar danos à saúde humana.
Isso mesmo: colocar resíduos (seja lixo, folhas ou recicláveis) em locais inadequados pode doer no bolso. Pois é, o chamado “descarte irregular de resíduos” pode render, no mínimo uma multa de 30 VRFs (Valor de Referência Fiscal), o que corresponde a R$ 3.721,50.
Na semana passada, mais um exemplo de irresponsabilidade no descarte de resíduos foi flagrado no Bairro Serra Dourada. Uma equipe do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) compareceu ao local para identificar e responsabilizar os responsáveis – ou melhor, irresponsáveis – pelo ato.
Para além desta ação, equipes da Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Saneamento (Sintra), também terão de interromper a rotina de trabalho para fazer a coleta e a destinação correta de resíduos. “Nós temos um calendário de coleta de resíduos sólidos que está acessível a toda a população e deve ser cumprido, dado que não é somente uma questão de limpeza urbana, mas igualmente de saúde pública”, afirma o titular da pasta, Milton Geller.
Inclusive, a partir da próxima semana (22 de junho), tem início a terceira rodada da coleta de resíduos sólidos. “Nossas equipes já passaram por duas vezes em todos os oito setores em que a cidade está organizada e agora, seguimos contando com o apoio da comunidade para colocar os resíduos para coleta no período correto, uma semana antes de as equipes passarem para o recolhimento”, completa o secretário.
Arquivo digital
Ah, mas toda vez que você precisar conferir o dia da coleta vai ser necessário acessar o site da Prefeitura? Não. Você pode baixar o arquivo e deixar no seu celular, pode imprimir e afixar na geladeira ou colocar naquela gaveta onde “quase sempre” você acha de “quase tudo”.
Para não haver dúvida sobre o que pode e o que não pode ser destinado na coleta de resíduos volumosos, preste atenção:
O que é recolhido?
Com a coleta de resíduos volumosos, a Prefeitura recolhe móveis e eletrodomésticos velhos e inservíveis; assim como restos da limpeza de jardins (folhas e restos vegetais que podem servir como criadouro de insetos e animais peçonhentos, como a grama quando é cortada).
O que não é coletado?
Galhos maiores, resultado de podas, devem ser levados pelo próprio morador até o Depósito Municipal de Entulhos (DME). Restos de construção civil também não são coletados em casa e devem ser recolhidos por empresas especializadas nesta coleta. Se for pouco volume, o próprio morador pode levar os resíduos de construção ao DME, que funciona todos os dias da semana (inclusive aos fins de semana), das 6h às 18h.
Resíduos industriais não são recolhidos de forma alguma e devem ter uma destinação específica.
Confira aqui como funciona cada coleta:
Tá confundindo as coletas? Estas informações aqui podem te ajudar:
Coleta de Resíduos Volumosos: É esta do calendário. Nesta modalidade, feita, mais ou menos, a cada dois meses, de acordo com calendário específico, são retirados itens como eletrodomésticos velhos e inservíveis e os resíduos sólidos provenientes da limpeza de jardim.
Coleta Seletiva: É a coleta do que não é lixo e pode ter vida nova na indústria. São os chamados materiais recicláveis, como papel, papelão, plástico, alumínio (e outros metais), e isopor. Esta coleta é feita uma vez por semana, de acordo com calendário que está um tantinho mais abaixo.
Coleta de lixo doméstico: Esta é a coleta do lixo em si, que leva para o aterro sanitário os resíduos como restos de alimentos e dejetos.
Dúvidas
Tem dúvidas sobre as coletas? Acione o Eco Sorriso pelo 66 99603-7730. Outra opção é falar com a Sintra pelo 66 99690-1823.
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