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Prefeito e primeira-dama cobram agilidade em obras do novo Centro Médico Infantil

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O prefeito de Cuiabá Abilio Brunini, a primeira-dama e vereadora Samantha Iris, visitaram neste sábado (8) a obra do novo Centro Médico Infantil, que está sendo instalado no antigo Pronto-Socorro de Cuiabá. Acompanhado pelos engenheiros responsáveis, eles verificaram o andamento dos trabalhos e cobraram agilidade na execução.

Brunini determinou que a empresa responsável amplie a equipe de trabalhadores ainda nesta semana para acelerar a conclusão do espaço. Durante a visita, o prefeito também destacou a importância da obra da Policlínica do Planalto, que será transformada em outra unidade de atendimento infantil.

Formado em Arquitetura, Brunini solicitou ajustes no projeto do Centro Médico Infantil, redesenhou algumas áreas e reorganizando alguns pontos para melhorar a circulação de pacientes e a funcionalidade do espaço. O local contará com nove consultórios, sala de exames de imagem completa, sala de coleta de exames, setor de medicação, duas salas de triagem, espaço para internação, UTI infantil, sala vermelha e box de emergência.

Ao todo serão investidos R$ 5 milhões, entre obras de reforma do antigo Pronto-Socorro, Atendimento Infantil e aquisição de equipamentos. A nova ala, que está sendo totalmente modelada para a parte da frente do antigo hospital, irá oferecer serviços especializados em pediatria, se tornando referência no atendimento de saúde infantil na capital.

A visita ao hospital ainda foi acompanhada pelo vereador Dilemário Alencar.

#PraCegoVer

A imagem mostra o prefeito Abilio, de camisa cinza ao lado de Samantha, de rosa, e um engenheiro. Eles observam uma planta de obra em uma pesa ampla.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT



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Parcelamento de dívida é aprovado por unanimidade e amplia espaço fiscal de Cuiabá

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Os vereadores de Cuiabá aprovaram por unanimidade, na sessão desta terça-feira (1º), o projeto de lei do Executivo que autoriza o parcelamento especial de uma dívida do Município com a União. A medida permitirá reduzir o valor das parcelas e dará maior fôlego ao caixa da atual administração, sem criar custo ou nova despesa para os cofres municipais.

O saldo da dívida considerado para a renegociação é de R$ 30,46 milhões. Atualmente, o Município possui previsão de pagamento em 42 parcelas de aproximadamente R$ 846,4 mil. Com a adesão ao programa federal, a dívida poderá ser quitada em até 360 parcelas, com atualização pelo IPCA e juros reais de 0% ao ano.

Na modalidade escolhida pela Prefeitura, a administração municipal também deverá aplicar anualmente 4% do saldo atualizado da dívida em investimentos que atendam aos critérios estabelecidos pela legislação. Ainda assim, a estimativa é de uma redução bruta de aproximadamente R$ 9,14 milhões por ano nas despesas com o serviço da dívida.

Descontado o valor que deverá ser destinado aos investimentos, o Município terá um espaço fiscal líquido estimado em R$ 7,92 milhões por ano, equivalente a cerca de R$ 660 mil por mês. Na prática, o mecanismo reduz a pressão sobre o caixa e permite que recursos antes comprometidos com o pagamento das parcelas sejam utilizados em outras áreas e obrigações da administração.

A justificativa apresentada pelo Executivo destaca que a medida representa um “expressivo alívio no fluxo de caixa mensal” e possibilita a “eliminação da onerosidade da taxa de juros” da dívida. O texto também aponta que a renegociação contribui para ampliar a capacidade financeira do Município e reduzir riscos relacionados à retenção de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Outro ponto destacado na proposta é que a operação não representa a criação de uma nova obrigação financeira. Conforme a declaração de compatibilidade fiscal assinada pelo secretário municipal de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo controlador-geral do Município, Eder Galiciani, a dívida já existe, está prevista no orçamento e a reestruturação apenas modifica suas condições de pagamento.

Os responsáveis pela área fiscal afirmam que a medida “não acarreta impacto orçamentário-financeiro negativo nos exercícios”. Dessa forma, o parcelamento busca melhorar o fluxo financeiro sem gerar custo extra para o Município.

A proposta também estabelece que fica “vedada a contratação de novas operações de crédito para o pagamento das parcelas”, impedindo que a renegociação seja utilizada para criar novo endividamento com essa finalidade.

A adesão está baseada na Emenda Constitucional nº 136/2025 e em regulamentações federais que permitem o refinanciamento de débitos municipais com condições mais favoráveis. A Prefeitura precisa formalizar a adesão junto à Secretaria do Tesouro Nacional até 9 de setembro de 2026.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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